Dicas de Manutenção – Suspensão e amortecedores

Fazer a manutenção da suspensão do seu carro pode gerar dúvidas sobre quando é a hora certa e como saber o que é necessário e o que não é. Aqui a gente te ajuda a fazer isso com mais tranquilidade.

 

É importante saber que o principal trabalho do sistema de suspensão, é absorver os impactos das vias para que não sejam transferidos para os passageiros dos carros. O conjunto de amortecedores, molas, buchas e outros componentes, trabalham em harmonia para que esse objetivo seja alcançado. A suspensão também é responsável por manter o veículo “colado” ao chão.

 

Por tratar-se de um conjunto que trabalha em harmonia, é importante saber que uma peça danificada pode sobrecarregar as outras. Fique sempre ligado em como o carro se comporta em ruas irregulares. Barulho de peças soltas, ou de ferro batendo ao passar por irregularidades, pode significar alguma peça danificada.

 

Se sentir o carro mais solto, principalmente em velocidades elevadas, pode significar que os amortecedores chegaram ao fim da sua vida útil, que pode acontecer por desgaste natural ou prematuro, geralmente proveniente de impactos com buracos, por exemplo. Aí chega a hora de buscar amortecedores novos e fazer a troca. Recomenda-se trocar junto os kits e batentes, para ter o conjunto garantido por mais milhares de quilômetros.

 

Tão importante quanto a manutenção do sistema, são os cuidados com ele. A maneira de andar com o carro pode alterar drasticamente o quanto duram os componentes. Andar com cautela em ruas irregulares e passar com cuidado em buracos, lombadas e valetas faz toda a diferença. Manter os componentes em bom estado também ajuda a manter o carro alinhado e não causar desgaste prematuro dos pneus.

Técnica: Aumento do aro das rodas

Aumentar o tamanho das rodas do carro é uma alteração estética feita por muitos e desejada por ainda mais apaixonados por carros. Será que a alteração é só estética? Aqui vamos contar pra você tudo o que muda no carro, o que você pode ou não fazer e como deve fazer. Confira!

 

Os carros esportivos saem da fábrica com rodas muito bonitas e geralmente grandes, e isso desde a década de 80 influenciou aos amantes da personalização, substituir os aros originais dos carros por outros maiores e de materiais mais leves, como a liga de alumínio.

Trocar as rodas vai muito além da questão estética, pois envolve a parte do veículo que está em contato com a pista, em conjunto com os pneus, e isso está ligado ao desempenho, conforto, segurança e comportamento dinâmico do veículo.

Ao alterar uma roda, muitas pessoas pensam apenas no tamanho do aro e desconhecem outras medidas como tala e off-set, sendo que o primeiro é a largura da roda e  segundo, é a distância do centro de apoio dela até a borda. Respeitar essas medidas originais, é um ponto muito importante para que evite rodas raspando na parte interna dos paralamas do carro, por exemplo. O comportamento dinâmico nas curvas também não sofre alteração negativa, já que o espaço de atuação do conjunto ficará similar ao original.

Outro aspecto que deve ser considerado é o tamanho do aro que irá usar. Ao aumentar o tamanho da roda, o perfil do pneu deverá ser reduzido a fim de manter o diâmetro externo igual ou bastante próximo do original, pois assim irá manter a leitura do painel correta, além de não alterar a relação de marchas do carro, o que prejudica o desempenho no caso do aumento do diâmetro. O consumo de combustível também aumenta quando o conjunto é maior do que o original.

 

Qual pneu usar? Quando aumentamos o tamanho da roda, obrigatoriamente deveremos substituir os pneus para um de tamanho adequado ao novo conjunto de rodas. Além de manter o diâmetro externo do conjunto original, é importante verificar na hora da instalação, qual a nova calibragem que deverá utilizar, pois haverá mudança em relação ao padrão de fábrica. Não se esqueça que quanto mais baixo for o perfil do pneu, poderá obter melhor desempenho nas mudanças de direção e curvas, porém deixa a roda mais suscetível a impactos e danos, além de correr mais risco de danificar o pneu em buracos e fazer bolhas, por exemplo.

 

Legislação: Para não ter problemas com a polícia, é importante lembrar que a alteração dos aros é permitida desde que o novo conjunto seja com uma roda de até 2 polegadas a mais do que o original, e de forma alguma ultrapasse o limite dos paralamas. Portanto, fique atento a isso. Nada de colocar rodas enormes no carro, pois poderá ter problemas.

 

Garantia: Atualmente, com a popularização da venda de rodas esportivas e novos fabricantes do produto, é necessário muito cuidado na hora de escolher rodas. Busque sempre produtos certificados pelo Inmetro, pois só assim terá a garantia de um produto seguro e com resistência a impactos. Rodas com peso muito superior ao das originais também não são recomendadas, pois forçam o conjunto de transmissão do veículo além do ideal.

Se optar por comprar rodas usadas, procure ter garantia da origem delas e verifique se não possuem soldas ou reparos que comprometam a segurança. E não se esqueça de colocar parafusos anti-furto, assim poderá estacionar na rua e ficar tranquilo, caso precise.

Dicas para cuidar do carro e ter um bom relacionamento

Ter um carro é o sonho de muitos brasileiros, e para não transformar o sonho em pesadelo, é bom saber cuidar bem dele e ter um relacionamento bom e duradouro.

Um dos pontos principais para ter um bom relacionamento com seu carro, é escolher o carro certo. Seja com um carro novo ou usado, comprar um carro que você pode manter da forma correta, é muito importante. Nunca esquecer que além da compra, você tem que contar com seguro, manutenção e impostos.

Um caminho sem volta é aquele quando a manutenção não feita no carro vai acumulando até chegar num ponto no qual é impossível resolver tudo, geralmente pelo alto custo. Não importa qual carro você tem, mas importa muito o quanto você se preocupa com ele.

Se preocupar com um carro, é acompanhar o desgaste das peças e o funcionamento do carro. Se você sabe como ele funciona corretamente, fica mais fácil de notar anomalias. Seja com luzes acesas no painel, apitos ou ruídos, o carro sempre vai avisar que tem algo errado.

Combustível: As coisas mais básicas, muitas vezes são as mais importantes: o combustível que você usa todos os dias no seu carro, é responsável pelo desempenho e pela limpeza do sistema de alimentação. Então, sempre lembre-se disso na hora que pensar em economizar alguns centavos no litro e colocar um combustível mais barato. Um combustível ruim pode prejudicar diversas peças, como bomba e bicos, além de contaminar o óleo que lubrifica as partes móveis do motor. Quando for trocar o óleo do carro, aproveite e peça pra trocarem o filtro de combustível também.

Troca de óleo: respeitar os intervalos de troca de óleo especificados pelo fabricante e o tipo de óleo a se utilizar, faz com que o seu motor dure por longos anos. Não se esqueça também de trocar o filtro de óleo sempre que trocar o óleo, assim não contamina o óleo novinho com o restante do antigo que fica dentro do filtro. E aquela “olhadinha” do frentista do posto, nem pensar, ok? Com o carro quente, o óleo fica nas partes móveis do motor, então sempre vai parecer que falta óleo. Completar o óleo nessas condições pode trazer sérios danos ao motor.

Motor: para o bom funcionamento do motor, não se esqueça de trocar as peças que trabalham o tempo todo, de acordo com o plano de manutenção do fabricante. Filtros, velas e bobinas são peças que tem vida útil que varia bastante entre os modelos de carros e o tipo de peça utilizada, mas quando se desgastam, deixam o carro bem ruim de andar, com baixo desempenho e alto consumo.

Suspensão e pneus: a parte que toca o chão, é muito importante. A suspensão é responsável por absorver as imperfeições do asfalto e transferir o mínimo possível para a carroceria, então, com o passar do tempo, a tendência é que as peças se desgastem. Fique ligado em buchas, bieletas, amortecedores, entre outras peças que sofrem com o nosso asfalto ruim. Essas peças além de trazerem ruído indesejável, ainda causam desgaste prematuro dos pneus e comprometem a segurança. Na Itaro você encontra os melhores amortecedores e pneus para o seu carro, e deixar ele zerado de novo!

Estética: e pra quem acha que a lataria é só questão de estética, não deve esquecer que um carro bonito e bem cuidado é muito mais fácil de vender por um bom preço depois, além, é claro, de ser muito mais prazeroso olhar pra aquele carro que você tanto queria, com o mesmo brilho de quando você o comprou, não é mesmo? Cuide bem das lavagens, proteção das peças plásticas e de borracha, mantendo sempre um bom aspecto.

Essas dicas irão fazer você ter um relacionamento muito bom com o seu carro, mais econômico, desfrutando do conforto, desempenho e segurança que ele tem potencial para oferecer.

Como escolher o melhor pneu para seu carro de passeio

Encontrar o pneu ideal para o seu carro de passeio nem sempre é uma tarefa fácil, e por mais que se deseje economizar, nem sempre o pneu mais barato é a opção correta. Confira aqui o que é fundamental na hora de selecionar um pneu para o seu carro de passeio.

 

Quando direcionamos a nossa escolha aos carros de passeio, deixamos de fora as caminhonetes, jipes, utilitários, etc., pois já conseguimos dar uma boa “filtrada” nos pneus que teremos para escolher, mas mesmo assim, ainda são diversas opções.

 

Seguir a medida recomendada pelo fabricante, é apenas o início da escolha de um bom pneu, pois as características de cada modelo podem atender ou não às suas necessidades. Você pode optar por além de seguir a medida recomendada pelo fabricante, manter também a marca e o modelo, mas é importante saber que você tem a liberdade de mudá-los, muitas vezes buscando mais economia, desempenho, durabilidade ou algum atributo que seja importante para a condução da forma que mais lhe agrada.

 

Então, uma das dicas para escolher o seu pneu, é observar o índice treadwear dele, que é o índice que indica a durabilidade. Quanto maior este número, mais o pneu irá durar em quilometragem. Logo, o pneu com o número mais elevado é o melhor, certo? Errado! Um pneu mais duro, que se desgasta menos, tende a aderir menos à pista e consequentemente tem menor aderência em frenagens e curvas, o que dependendo do seu tipo de condução, pode resultar em falta de segurança. Então, coloque tudo na balança, pois você não quer trocar sua segurança por alguns quilômetros a mais, não é mesmo?

 

Outro ponto importante a se observar é se o índice de carga e velocidade corresponde ao carro e sua função de uso. Alterar esse índice para um superior, não tem problema algum, porém não é aconselhável alterar para menos.

 

Também deve-se observar que existem pneus de medidas iguais, porém com utilidades completamente diferentes, como pneus de carga de veículos pequenos, que tem a mesma medida de pneus de carros médios ou compactos. Utilizar um pneu de carga pode trazer alto ruído, falta de aderência, entre outros. Portanto, fique ligado nas especificações e índices do pneu. A inscrição C ao lado do aro, ou índice de carga superior a 98 costumam ser pneus voltados a uso comercial.

 

Na hora de procurar o pneu ideal para o seu carro, a Itaro disponibiliza as melhores ofertas, com diversas marcas e opções para proporcionar conforto, segurança e economia com seus novos pneus.

Temporada Fórmula 1 de 2018 começa neste final de semana

O GP de Melbourne, na Austrália dá abertura às corridas da temporada de 2018 na Fórmula 1, que pela primeira vez não tem um competidor brasileiro, desde 1970. Nos treinos da última madrugada, o tetracampeão Hamilton ficou na ponta, mas usou pneus supermacios, diferente de seus adversários, que alternaram o tipo de pneu durante o treino.

Neste primeiro treino foi possível ver o resultado das alterações nos carros tanto em relação à mecânica, quanto aparatos aerodinâmicos e de proteção ao piloto, como o “halo”, que protege a cabeça do piloto em caso de acidente, e que foram motivo de diversos comentários e discussões nos últimos meses.

O treino livre mostrou Hamilton na ponta, seguido por Verstappen em segundo e Bottas em terceiro. As duas Ferrari vem logo atrás. A corrida ocorre na madrugada de sábado pra domingo, às 2:10 da manhã (horário de Brasília).

A maior briga do ano, deve ficar por conta dos dois tetracampeões, Hamilton e Vettel. O britânico da Mercedes e o Alemão da Ferrari começaram junto na Fórmula 1 em 2007, e ano passado disputaram acirradamente pelo campeonato. Neste ano não deve ser diferente, garantindo muita emoção ao longo das corridas do ano.

Hamilton, que sempre teve um ótimo relacionamento com o povo brasileiro, deverá ser o “queridinho” dessa temporada por aqui, já que não temos um representante verde e amarelo nas pistas. A falta de apoio e o alto investimento necessário para alcançar a categoria acaba por afastar jovens talentosos do ponto mais alto do automobilismo mundial.

Como cuidar dos pneus do seu carro

Manter os pneus em bom estado e bem cuidados é obrigatório para obter longa vida útil e manter todas as propriedades de conforto, desempenho e segurança.

Sempre que surge a pergunta sobre a durabilidade de um pneu, a resposta mais adequada é: “Depende da forma que é utilizado”, pois quando se fala em usabilidade, automaticamente se diz respeito também aos cuidados que são necessários em relação a um pneu. Não é porque foi feito para rodar e aguentar “trancos e barrancos” que não precisa de um bom trato e atenção aos detalhes. Ter os pneus do carro em bom estado é fundamental para rodar com segurança e tranquilidade.

A durabilidade dos pneus pode variar muito, dependendo de como se dirige, impactos em buracos e meio-fio, além dos cuidados com a manutenção do conjunto de suspensão e direção do veículo também, além do modo de condução, já que frenagens e acelerações bruscas podem causar desgaste prematuro dos pneus.

Veja abaixo dicas de cuidados que nossa Equipe técnica considera importantes para que haja maior durabilidade dos pneus:

Rodízio/Alinhamento

É recomendado fazer o rodízio e alinhamento a cada 10 mil quilômetros, ou quando sentir que o carro está “puxando” para algum lado. Este procedimento faz com que os pneus dianteiros e traseiros tenham desgaste por igual.

Tenha sensibilidade com os pneus

Sabia que freadas e arrancadas bruscas os desgastam mais rápido? Sem contar que pode anular a garantia oferecida pela fabricante, que é de até 5 anos.

Verifique o pneu regularmente à procura de cortes, bolhas ou quaisquer outros sinais de dano. Não é recomendado rodar o pneu com bolha ou corte. Caso aconteça, o pneu pode estourar e causar danos graves ao veículo e até mesmo à sua segurança.

Estacione corretamente

Muito cuidado na hora de estacionar! Não estacione muito perto do meio-fio, isso pode arranhar ou até rasgar pneus, além de danificar as rodas. Vale a pena ter este cuidado.

Você sabe qual a calibragem ideal para os pneus?

Cuidar do estado dos pneus do carro requer cuidados como o alinhamento e balanceamento corretos, mas  a calibragem, que é um item simples, não pode ser esquecido.

Manter a calibragem correta dos pneus do seu carro é muito importante para que os pneus sofram o desgaste correto, com aproveitamento da vida útil, pois além de influenciar em aspectos como desempenho, consumo e conforto, a calibragem correta ainda faz você gastar menos pneu.

Como encontrar a pressão de ar correta para o pneu?

Em geral, a informação de calibragem fica no manual do carro, em uma seção específica, mas também pode obter esta informação em uma etiqueta fixada na porta do motorista (parte interna) ou na tampa do tanque de combustível. Você pode variar a calibragem um pouco, para menos ou para mais, caso queira um carro um pouco mais confortável, ou mais firme, respectivamente.

Há três principais sistemas para especificar a calibragem: PSI, BAR e kPA. Veja em ordem de popularidade, e é muito importante verificar com qual unidade está trabalhando na hora de pegar a referência e de utilizar a máquina para calibrar o pneu:

PSI – Pound Per Square Inch (Inglês)

BAR – (Inglês)

kPa – Pascal (SI – Sistema Internacional)

Se você substituir o pneu do seu carro e mantiver a medida anterior, independente do modelo e marca, é importante lembrar que a calibragem permanece a mesma da original. Se a medida for alterada, o recomendado é mudar a calibragem também, principalmente se o aro for maior, pois irá necessitar de mais ar no interior do pneu, lembrando de nunca ultrapassar a capacidade máxima do pneu.

A calibragem deve ser verificada a cada duas semanas, sempre com o pneu do carro frio, já que há alteração de acordo com a pressão e temperatura. Caso vá transportar cargas no veículo, a calibragem deve ser alterada.

Os cuidados ao substituir pneus e rodas

Saiba em que casos é possível mudar a roda ou usar um pneu de outra medida sem comprometer a segurança

Troca de pneus e rodas

Colocar um pneu mais largo para dar mais estabilidade, trocar o aro por um esportivo, aproveitar as rodas de outro carro… Há várias razões que levam alguém a substituir o conjunto original de fábrica. Mas, antes, é preciso tomar cuidados básicos para não colocar sua segurança em risco ou danificar o veículo.

Primeiro é importante entender as medidas envolvidas. No pneu 185/60 R14, o 185 é a largura da banda de rodagem em milímetros, 60 indica a altura do perfil (60% da largura), R diz que é radial, 14 é o diâmetro da roda que ele pode receber, em polegadas. Já no aro 5Jx15, o 5 revela a largura do aro em polegadas, o J é o tipo de perfil do aro (a área do seu encaixe com o pneu) e 15, o diâmetro.

O maior cuidado é tentar manter sempre o diâmetro externo do conjunto (tolerância de 3% para mais ou para menos). “Caso não faça isso, você corre o risco de ter a leitura do velocímetro errada, poderá aumentar demais a altura do automóvel em relação ao chão, causando um desequilíbrio e, no caso de ter pneus maiores, haverá aumento de consumo”, diz Vinícius Sá, gerente de marketing de pneus de passeio da Goodyear.

Assim, ao optar por um pneu mais largo para melhorar a estabilidade, há ainda outras duas restrições. A primeira: o pneu não pode ultrapassar o para-lama, sob risco de raspar na carroceria ou na suspensão.

Segunda restrição: achar o aro correto. Cada medida de pneu pode ser montada numa certa faixa de largura de rodas. Exemplo: um pneu de largura 175 mm (como o 175/70 R13) pode ser montado em aros de 4.5” a 6.0”. Se você optar por um pneu largo ou estreito demais, ele ficará suscetível a desgastes irregulares e problemas de aderência e estabilidade. Outra preocupação é o tipo de perfil do aro, que deve ser sempre mantido.

Em geral as montadoras equipam seus carros com rodas de larguras intermediárias. Assim, a medida original 175 mm pode ser aumentada para 185 mm sem grandes problemas. Dependendo do caso, dá até para colocar modelos 20 mm mais largos que os de fábrica. Mas tudo isso tem de ser validado antes por um especialista.

Há ainda outros cuidados ao substituir o pneu. Um deles, no caso das versões com câmara, é trocar a câmara e o protetor. Também é recomendado substituir a válvula sempre que montar um pneu novo. E se for repor apenas dois pneus (no caso de veículos de passeio), eles devem ser instalados no eixo traseiro, independente da tração.

 

10 DICAS DE LIMPEZA FUNDAMENTAIS PARA PRESERVAR O SEU CARRO

 

A preservação de um automóvel exige muito cuidado e dedicação por parte de um condutor. Conheça as 10 dicas de limpeza fundamentais que o ajudam a preservar o seu carro e saiba como elas são importantes para que o seu veículo se apresente sempre nas melhores condições.

  1. Limpe o interior do automóvel. Ao limpar o interior do seu veículo está a impedir o aparecimento de sujidades, cheiros e impurezas que podem ser corrosivas para o veículo.
  2. Limpe cuidadosamente o painel de instrumentos do carro. Utilize um pano húmido para limpar o pó que se acumula no painel de instrumentos do seu automóvel e faça-o com muito cuidado para não arranhar a superfície.
  3. Utilize tapetes de borracha durante o inverno. De forma a proteger melhor o interior do seu automóvel durante o inverno , deve utilizar tapetes de borracha, pois são mais fáceis de limpar.
  4. Lave os tapetes de borracha com o auxílio de uma mangueira. No momento de lavar os tapetes do seu automóvel, lave-os com o auxílio de uma mangueira, pois a pressão da água é maior e isso vai fazer com que todas as impurezas sejam removidas.
  5. Aplique uma espuma de proteção nos tapetes do automóvel. Depois de lavar os tapetes do carro e aspirar o seu interior, o condutor deve aplicar uma espuma de proteção nos tapetes do carro para que estes não acumulem tanta sujidade.
  6. Preserve as vedações das portas e das janelas. Limpe regularmente as borrachas que vedam as portas e as janelas do seu veículo e não utilize produtos em óleo, pois estes danificam as borrachas de vedação.
  7. Mantenha a pele dos assentos bem seca. Na limpeza do interior do automóvel, deve ter em atenção os seus estofos, especialmente se forem em pele. A confirmar-se, deve manter sempre a pele dos estofos seca, pois assim está a impedir que ela se desgaste e rasgue. Ao limpar os assentos em pele, deve utilizar um protetor específico e um pano seco de forma a manter a pele dos estofos macia.
  8. Limpe cuidadosamente as nódoas dos assentos do carro. Para limpar as nódoas que possam existir nos assentos do carro, o condutor pode utilizar os produtos de limpeza anti-nódoas que habitualmente usa na limpeza dos tecidos de sua casa. Assim conseguirá manter os estofos limpos e sem marcas.
  9. Coloque uma toalha por baixo dos assentos das crianças. Quando se viaja com uma criança num automóvel, é normal que este acumule todo o tipo de migalhas e sujidade. Para que isso não aconteça, deve colocar uma toalha por baixo dos assentos das crianças, assim está a evitar a acumulação de impurezas e lixo no interior do seu veículo e está a zelar pelo bem-estar dos estofos do seu carro.
  10. Lave o automóvel no inverno. O facto de se encontrar no inverno não impede que lave a sua viatura. É mais importante lavar o carro durante o inverno do que nas outras estações do ano, uma vez que a areia, o gelo, a lama e a chuva que se sentem nesta época corroem e desgastam mais um automóvel e conduzem ao aparecimento da ferrugem.

via Almogadelas

10 Dicas para uma viagem de carro perfeita :D

Resolveu deixar de lado as chateações de aeroportos e rodoviárias para fazer uma viagem de carro? Para que a decisão revele-se acertada é importante seguir alguns passos. Pegar a estrada é sinônimo de liberdade e autonomia, mas pode ser bastante cansativo. Principalmente quando algo dá errado. Certifique-se de que nada dará errado durante a jornada sobre quatro rodas. De preferência, antes de começá-la.

Resolveu deixar de lado as chateações de aeroportos e rodoviárias para fazer uma viagem de carro? Para que a decisão revele-se acertada é importante seguir alguns passos. Pegar a estrada é sinônimo de liberdade e autonomia, mas pode ser bastante cansativo. Principalmente quando algo dá errado.

Confira abaixo 10 dicas para que a viagem de carro seja perfeita:

1. Calcule os gastos com gasolina e pedágio
Diferente de viagens de ônibus ou de avião, nas quais você já compra as passagens com antecedência e sabe exatamente quanto gastará, o custo de uma viagem de carro pode estar mascarado. O site “Mapeia.com” pode ser bastante útil para conferir a viabilidade da empreitada. Nele há uma ferramenta que calcula o custo dos pedágios que estarão pelo caminho e quanto deverá ser investido em gasolina.

2. Revise o veículo com antecedência
Faróis e freios têm que estar funcionando corretamente. Leve o carro ao mecânico com ao menos 15 dias de antecedência para ter certeza de que qualquer reparo necessário será realizado a tempo. Cheque os níveis de óleo e água. Antes de entrar na estrada, encha todos os pneus, inclusive o estepe – mas este não servirá para nada se você não souber trocar um pneu. Não sabe? Talvez seja melhor aprender antes de viajar.

3. Evite deixar a cidade na hora do rush
Ninguém quer começar uma viagem longa se estressando por conta do trânsito caótico da metrópole. Além disso, sair no horário errado pode alongar bastante o tempo dentro do carro. Saia de manhã, antes das 7h, à tarde, entre 13h e 16h ou à noite, depois das 20h.

4. Não confie cegamente no seu GPS
Ele é seu fiel companheiro, sem ele você se perderia todos os dias da sua vida? O amor pelo GPS pode ser absolutamente genuíno e compreensível. Mas a verdade é que, longe de casa, ele pode vir a falhar, ditando caminhos perigosos ou sem asfalto. Principalmente se ele estiver desatualizado. O bom e velho mapa, por outro lado, tem todos os caminhos possíveis. Resgate-o do fundo da gaveta.

5. Viaje com alguém que você goste bastante
A dica, que vale para qualquer viagem, pode ser primordial no caso de um longo trajeto percorrido de automóvel. Não há para onde correr dentro do carro. Aquelas pessoas que ali estão são as únicas com quem você irá conviver pelas próximas horas – e em um espaço confinado. Certifique-se de que você as conhece bem.

 

6. Não esqueça o protetor solar
Você não quer ficar com a marca da camiseta no braço, certo? Para não esquecer, é só pensar na voz do jornalista Pedro Bial naquela música que circulou nas rádios há alguns anos. “Use filtro solar”.

7. Cheque sempre o nível de gasolina
Não espere o marcador de gasolina ficar no vermelho e piscante para lembrar-se da existência dele. Você nunca sabe a que distância estará o próximo posto. Se o tanque estiver com menos de dois terços da capacidade total significa que é hora de abastecer.

8. Prepare as músicas com antecedência
Trocar CDs ou escolher uma música no MP3 Player enquanto dirige a 100 Km/h não parece a melhor das ideias. Você confia no gosto musical daqueles que te acompanharão na viagem? Na dúvida, escolha com antecedência o que vai querer ouvir durante o trajeto, mas certifique-se de escolher algo que todos os passageiros apreciarão.

9. Leve comidas e bebidas
Levar a própria comida de casa é melhor do que confiar em postos de gasolina suspeitos pelo caminho. Além disso, é uma forma de economizar. Opte por frutas e sanduíches leves, que não pesem no estômago. Leve também bastante água, para manter todos hidratados.

10. Seja flexível em relação ao caminho
Talvez tenha algo interessante no trajeto: uma cachoeira, uma antiga estação de trem ou o melhor rocambole do País. Não tenha medo de desviar um pouco o caminho para aproveitar surpresas não planejadas.

 

O manual das situações de emergência com pneus

Em pista molhada, o maior perigo é a aquaplanagem (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Você está dirigindo a 120 km/h e o pneu estoura repente. Sabe o que fazer? Pois não precisa ser um piloto profissional para escapar de uma situação de perigo como essa. Para isso, elaboramos um pequeno guia que vai ensiná-lo a sair de imprevistos como esse.

Estouro em alta velocidade

Especialistas alertam que pneus originais e com manutenção em dia não estouram assim, do nada, seja por problema de qualidade, seja por erro de projeto. Um estouro só ocorre quando a estrutura do pneu foi afetada por um agente externo à fabricação, como talões danificados durante a montagem na roda ou lonas de corpo comprometidas por rodagem com baixa pressão ou rompidas por impactos contra buracos.

Caso o estouro ocorra, deve-se reduzir a velocidade gradualmente, sem pisar no freio para que o veículo não rode, mantendo o automóvel em linha reta, mesmo que ele puxe para um dos lados. Assim que o veículo estiver sob controle e com velocidade já reduzida, conduza-o até o acostamento. Para prevenir maiores danos ao pneu e à roda, substitua-o o quanto antes, evitando percorrer grandes distâncias com ele vazio.

Atolamento

Em veículos 4×2 sem pneus off-road, é praticamente impossível remover o veículo atolado sem ajuda externa. É necessário rebocar o veículo de forma adequada até que ele fique fora da região do atolamento. Não insista em tentar retirar o veículo sem ajuda, pois o pneu pode cavar o solo e atolar ainda mais, além de danificar componentes como a embreagem do veí­culo.

Caso não haja possibilidade de ajuda externa, pode-se tentar calçar o pneu atolado com pedras ou com os tapetes do veículo e tentar sair de forma suave, sem acelerar demais. É recomendável usar a segunda marcha e acelerar suavemente.

Aquaplanagem

Esse fenômeno se dá em pista molhada, quando o carro está em alta velocidade e forma-se uma película de água entre o pneu e o asfalto. Nessa condição, é possível virar a direção para os lados e ainda assim o carro seguir em frente, sem controle. Mantenha a calma e não freie com força ou gire o volante, pois o veículo pode ganhar aderência de repente, perder o controle e rodar.

Mantenha as rodas retas, tire o pé do acelerador de forma gradual e deixe o veículo em linha reta até que ele saia da região com maior volume de água, deixando o veículo perder velocidade aos poucos com a resistência da água. Mova o volante delicadamente para saber quando o os pneus recuperaram o contato com o asfalto e reduza a velocidade.

É possível sentir quando a pista está propícia à aquaplanagem: nota-se uma grande resistência da água contra os pneus. Isso ocorre quando passamos sobre uma poça de água, por exemplo. No caso, é preciso reduzir a velocidade para que os pneus possam drenar melhor a água da pista.

Buraco fundo

Assim que possível, pare o veículo e verifique se o pneu que caiu no buraco apresenta bolhas nas suas laterais (interna e externa) ou na banda de rodagem. Verifique também se houve outros danos, como desprendimento de material, cortes ou rachaduras ou se o pneu está perdendo pressão.

É importante verificar se a roda foi amassada ou trincada, o que também pode causar perda de pressão posteriormente. Não prossiga caso encontre esses danos no pneu ou na roda: coloque o estepe no lugar. Caso tudo pareça em ordem, leve o veículo o quanto antes para que um profissional faça um exame dos componentes e verifique como estão o alinhamento e o balanceamento.

Derrapagem na curva

Nos carros com tração dianteira, existe a tendência de subesterçamento (quando o veículo sai de frente). Se isso acontecer, não pise no freio. Tire logo o pé do acelerador e gire o volante para dentro da curva até retomar a trajetória normal.

Carros equipados com tração traseira têm propensão a sobre-esterçamento. Nesse caso, tire o pé do acelerador lentamente e gire o volante para o lado contrário da curva até que o carro retome a trajetória. Veículos com controle de estabilidade fazem uma parte desse serviço para o motorista, ao frear algumas rodas com diferentes intensidades para estabilizá-los.

Frenagem de emergência

Para carro com ABS, é só pisar fundo e forte, sem aliviar a pressão no freio, até parar ou atingir a velocidade desejada. Lembre-se de não girar o volante para que os pneus tenham total contato com o solo, a fim de aumentar o poder de frenagem. Se não tiver o ABS, procure dosar a pressão no pedal, pisando e aliviando um pouco sempre que sentir que as rodas estão prestes a travar, o que pode fazer o carro rodar. Deve-se colocar e tirar o pé do pedal do freio gradativamente, para evitar o travamento.

Como fazer seus pneus durarem mais?

 


Como fazer seus pneus durarem mais?

Eles fazem todo o serviço pesado. Sustentam o carro, caem em buracos, encaram asfalto quente, passam sobre pedras… Os pneus foram feitos para suportar tudo isso e muito mais. Às vezes, eles chegam aos 60 000 km em condições saudáveis, em outras podem estar em frangalhos antes dos 40 000 km. Quer saber o segredo para eles durarem mais? É só ler abaixo para descobrir como algumas medidas simples podem garantir maior segurança e economia.

Trabalhando pressionado

Não é todo mundo que aguenta trabalhar sob pressão. Mas com pneu é diferente. Ele necessita da pressão, desde que seja a correta. Cada veículo tem sua calibragem especificada pelo fabricante. As fábricas estimam que 10% abaixo da indicada significará redução de 5% na vida útil. Se estiver 20% abaixo do ideal, a expectativa de vida cai 16%. Rodando 30% mais murcho, ele pode durar 33% a menos. E, como pressão correta é fundamental para a estabilidade, não deixe de verificá-la semanalmente, ou a cada vez que for abastecer o automóvel. Essa checagem deve ser feita com os pneus frios, porque o aquecimento gerado pelo movimento eleva a pressão interna e altera a medição.

Todo carro traz a informação sobre a calibragem correta a ser utilizada. Ela aparece em algum lugar da carroceria (às vezes no batente da porta do motorista, às vezes na tampa do tanque de combustível) e no manual do proprietário. Há casos em que o fabricante recomenda pressão diferente nos dianteiros e nos traseiros. Na dúvida, o manual do proprietário é lei. Pressão demais tende a desgastar a parte central da banda de rodagem e até provocar rachaduras no fundo dos sulcos. Já a calibragem muito baixa aumenta o desgaste nas bordas da banda de rodagem (ou ombros). Em ambos os casos, o resultado é redução da vida útil, sem falar em perda de estabilidade e risco de estouros – principalmente em caso de pressão muito baixa e choque contra buracos.

Rodízio

Cada fabricante determina um prazo ideal para o rodízio entre os pneus. Sua função é uniformizar o desgaste entre os dianteiros e os traseiros. Em função do peso do veículo (em geral concentrado na frente) e da tração (também dianteira na maioria dos casos), os pneus frontais costumam sofrer três vezes mais desgaste que a dupla que roda atrás. Por isso, na média recomenda-se a troca de posições a cada 10 000 km. Mas convém consultar o manual em busca da recomendação oficial.

Andando alinhado

Sabe quando você solta o volante e o carro puxa para um lado? É sintoma de direção desalinhada, que abrevia a vida útil do pneu. Quando isso ocorre, ele está sendo mais sobrecarregado que o outro. O sintoma é desgaste acelerado e desigual. Em condições ideais, as rodas dianteiras devem estar exatamente paralelas, nem convergentes nem divergentes. No primeiro caso, traçando-se uma linha imaginária, em algum ponto elas se cruzariam (ponto de convergência). No segundo, cada uma iria para um lado. Ambas são situações indesejáveis. Se uma estiver em linha reta e a outra torta, certamente um dos pneus estará sendo “lixado” por causa do maior atrito com o solo. Cambagem incorreta também acelera o desgaste nos ombros: normalmente, a roda forma um ângulo de 90 graus em relação ao piso, mas cada projeto de automóvel tem uma especificação. Se a falha não for corrigida, os pneus podem ter muita borracha numa determinada área da banda de rodagem e estar carecas em outra. Se for assim, é o fim da linha para ele. A direção está vibrando? Então as rodas devem estar desbalanceadas. Além do desconforto ao volante, isso pode ocasionar desgaste irregular na banda e até danificar peças do sistema de direção. Por isso tudo, faça alinhamento e balanceamento em média a cada 10 000 km.

Vá com calma

A forma de dirigir também influencia na durabilidade do pneu. O segredo é ter um pé calminho, calminho, seja no acelerador, seja no freio, pois acelerações bruscas e frenagens fortes aumentam o desgaste. Se você tiver um carro com controle de tração (que impede as cantadas nas arrancadas) e freios ABS (não deixam as rodas travarem), pode comemorar, pois eles diminuem o consumo dos pneus nesse estilo de direção agressiva – mas não anulam o desgaste. Portanto, suavidade ao volante é a melhor forma de cuidar do pneu. Um cuidado importante é antecipar o momento de frear, utilizando a pressão moderada no pedal e ficando de olho nos semáforos e nos carros que estão bem mais à frente. Assim, você não será surpreendido por uma situação que exige uma frenagem forte. Melhor para a vida útil do pneu e para sua segurança.

Atenção onde para

Se é importante tomar cuidado ao dirigir, estacionar também exige atenção. Evite parar com o pneu esterçado contra a guia, porque esse contato pode até resultar em corte na borracha. Pelo mesmo motivo, procure manter distância da sarjeta, para não raspar a banda lateral. Fique também longe de marcas de óleo. Além do risco de perda de estabilidade ao sair, o óleo ataca a borracha.Prestando atenção em todos esses detalhes, os pneus poderão ser utilizados com segurança até que os indicadores de desgaste (as letras TWI na lateral) fiquem rentes à superfície da banda de rodagem. Isso é o sinal de que os sulcos alcançaram a profundidade mínima (1,6 mm) e que os pneus podem, então, se aposentar por tempo de serviço, não por acidente de percurso.


Texto por Hairton Ponciano Voz via QUATRORODAS.