O Dia Mundial do Fusca carrega décadas de história

Se existe um carro que merece um dia só pra ele, sem dúvida é o Fusca. No dia 22 de Junho se comemora o Dia Mundial do Fusca. A Itaro mostra um pouco da história do carro mais famoso do Brasil.

 

Com o início de sua fabricação no Brasil em 1959, o Fusca já era produzido em série desde 1938 na Alemanha. Por aqui, a linha de montagem da Volkswagen produziu o besouro até 1986, quando a versão com lanternas grandes deu adeus às concessionárias e ao público. Retornou com visual praticamente inalterado em 1996, quando por incentivo do presidente da época, Itamar Franco, a Volkswagen retomou a fabricação com o intuito de ser o carro mais popular da época. Atualmente a versão Itamar é bastante valorizada pelos colecionadores, já que é o último Fusca fabricado no Brasil.

 

A data de 22 de Junho foi escolhida para comemorar o Dia Mundial do Fusca pelo motivo de ser exatamente a data em que foi assinado um contrato para dar início ao desenvolvimento do Fusca, lá atrás, no ano de 1934.

 

Foco dos colecionadores da atualidade, todas as versões do Fusca tem algo de especial. Seja pela carroceria mais rara, pelo estado de conservação ou por algum equipamento da época, tal como o teto solar, que acabou tornando a série um fracasso em vendas na época devido ao apelido “Cornowagen”, alusão ao espaço aberto no teto ser uma abertura para os chifres do motorista. Na época o apelido foi tão impactante, que alguns proprietários inseguros chegaram a mandar fechar o teto com solda, tornando esta versão ainda mais rara atualmente.

 

Desde a primeira unidade produzida no mundo, foram mais de 12 carrocerias diferentes e várias versões e configurações de acabamento. Hoje, dependendo da raridade, os valores cobrados por uma unidade em bom estado ultrapassam o valor de carros de luxo zero quilômetro.  

 

Para relembrar o modelo, a Volkswagen também trouxe ao Brasil em 1999 o NewBeetle. Compartilhando a plataforma e conjunto mecânico do Golf da época, o carro era uma versão moderna do Fusca, com design arredondado e para-lamas bem pronunciados, porém trazendo mais equipamentos e abandonando o posicionamento de carro popular. Atualmente, quem faz este papel é o Fusca, novamente, que agora traz ainda mais equipamentos e o moderno motor TSI 2.0 turbo, com 211 cavalos de potência.

 

É uma maneira de homenagear o saudoso Fusca e poder usar diariamente um carro carregado de história, muito embora as sensações de guiar um clássico sejam completamente diferentes de um carro moderno, com pouca sensibilidade e participação do motorista na condução.

Encerramento do Maio Amarelo convida à reflexão sobre o trânsito

Chegando ao final da quinta edição, a campanha Maio Amarelo deixa reflexões para que até a chegada da próxima campanha tenhamos números mais otimistas em nosso trânsito.

 

A campanha deste ano, com o tema “Nós Somos o Trânsito” chamou a atenção para a representatividade da falta de atenção e da imprudência nos acidentes de trânsito, principalmente aqueles com feridos e mortos. O excesso de velocidade, o uso do celular e o consumo de álcool antes de dirigir, são fatores que vêm trazendo graves danos ao trânsito no Brasil.

 

O trânsito é composto por diversos elementos, e a sincronia entre eles é essencial para um bom funcionamento. Dentro dessa sincronia, a proteção de uns aos outros é fator que se alia ao cumprimento das leis e à consciência de todos que participam, a fim de chegar a um funcionamento perfeito, com respeito, tolerância e um trânsito que não seja agressivo.

 

A campanha deste ano alertou sobre a atenção às sinalizações que muitas vezes são ignoradas, como as faixas de pedestres, e que o respeito a elas salva vidas. Uma das medidas tomadas durante a campanha, foi a pintura de faixas de pedestre na cor da campanha (amarelo) pelas ruas. É uma forma de chamar a atenção e alertar sobre este tipo de sinalização, que deve ser respeitada – por motoristas e pedestres, mesmo quando não houver um semáforo sinalizando-a.

 

Uma boa prática lembrada também, foi a do planejamento para encarar os trajetos. Com menos pressa para cumprir atrasos, o motorista se torna menos estressado, o que transforma automaticamente o trânsito em um lugar com mais gentileza e tranquilidade. Com mais tranquilidade, a atenção àquilo que se está fazendo também é maior.

 

Quando o motivo da campanha já nos lembra que somos nós os responsáveis pelos resultados no trânsito, fica o convite a entender cada situação do trânsito como uma escolha. Atender o celular ou não atender? Beber antes de dirigir ou não beber? Ultrapassar o limite de velocidade? Dar passagem ao pedestre?  É um convite também para rever costumes da direção que não são responsáveis e que podem trazer graves consequências para o próximo e para nós mesmos. Um convite para que em Maio de 2019 tenhamos números mais otimistas, com menos mortes e acidentes e com um trânsito com mais paz.

Dia do Automóvel

Desde 1934 comemora-se o Dia do Automóvel em 13 de Maio. Desde a época em que os carros eram símbolo de status e poder social devido à pequena quantidade presente nas ruas, com veículos que ainda não eram fabricados aqui e a indústria nacional apenas montava os carros com as peças vindas de fora em sua totalidade.

 

A data também coincide com a inauguração da primeira rodovia pavimentada do Brasil e com a abolição da escravatura. Significados completamente diferentes, porém totalmente ligados à liberdade do homem, cada qual com sua importância e significado para a história do país.

 

Do início da montagem dos carros por aqui, que se deu em 1919, passando pelo início da fabricação em 1956, chegamos à paixão nacional pelos carros, que com o aumento da gama de modelos foi acumulando aficcionados e entusiastas, que até hoje, quase 100 anos depois da chegada do primeiro carro em terras brasileiras, cuidam dos carros muitas vezes como se fossem filhos.

 

Seja pela mobilidade, status e até mesmo pela sensação de liberdade que um carro trás, para quem gosta de automóveis, eles são muito mais do que quilos de aço, plástico, fios e vidros encaixados. Não servem apenas para se deslocar de um ponto ao outro, e sim causam sensações e até mesmo marcam determinadas épocas das vidas das pessoas.

 

Quantos adultos da atualidade querem ter um “velhinho de estimação” pela simples lembrança dos passeios de final de semana no Fusca ou no Dodge da época, acompanhado dos pais ou avós? Mesmo que no inconsciente de quem não se liga muito em carro, é possível encontrar lembranças que envolvem algum modelo, numa determinada época. Seja com a família, ou até mesmo com o carro que era sonho de consumo em um momento da vida.

 

Se você parar pra pensar, talvez se lembre do primeiro carro que dirigiu, ou o carro que saiu com a primeira namorada, o carro que te levou ao aeroporto para dar um último adeus, e também do seu carro que te leva todo dia para o trabalho ou para os estudos. E independente da forma que você olha pra ele, sabe que teve alguma importância na sua rotina, e no Dia do Automóvel queremos convidá-lo a trazer à mente essas lembranças e mostrar que passamos muitas vezes horas dentro de um objeto, onde podemos sentir as mais diversas sensações, e por que não podemos nos sentir bem, não é mesmo?

 

Ter um carro em bom estado, bem cuidado e bonito, é muito mais do que qualquer tipo de status, mas também é relacionado à sua sensação com este veículo. A sensação de confiança para poder ir a qualquer lugar sem ficar na mão ou correr riscos, desfrutar da liberdade que o carro oferece. Entendemos quem não cria uma relação de paixão com o carro, mas já que ele faz parte dos seus momentos, é importante cuidar com carinho.

 

Na Itaro você encontra os melhores pneus, acessórios e autopeças para cuidar do seu companheiro de viagens e ter momentos ainda melhores com ele.

Dia das Mães

A Itaro quer lembrar você dos caminhos que percorreu com sua mãe até aqui. Vem com a gente nesse Dia das Mães?

 

Cada data traz um significado diferente, seja por seu tema, ou pelas experiências vividas que se relacionam com aquele dia. No caso do Dia das Mães, cada um tem uma história especial pra ser lembrada.

Os bons conselhos de mãe que sempre levam adiante, o olhar cuidadoso desde antes da primeira vez que você abriu o olho, e até mesmo as broncas, com o passar do tempo se transformam em parte da nossa história.

Muitos dos lugares que você conheceu também tem a ver com a mamãe, não é mesmo? Seja porque ela te levou, ou porque naquele primeiro dia de carteira de habilitação, a lista de conselhos foi enorme. Ou pela comemoração do carro novo, da moto nova, enfim, aquela conquista que foi acompanhada de pertinho, na maior torcida!

Lembrar dos momentos vividos e daqueles que ainda estão por vir, nos mostram o quanto esses momentos são importantes. Que neste Dia das Mães você possa resgatar todas as lembranças boas e deixar o dia ainda mais especial ao lado da pessoa que torce pra que você alcance as estradas mais altas todos os dias. Feliz Dia das Mães!

A responsabilidade no trânsito é de todos

A forma de observar o trânsito nas grandes cidades pode transformar a segurança e o bem-estar na sua rotina. Entenda a sua parte nessa jornada!

 

Cada vez mais caótico e com maior número de veículos, o trânsito das grandes cidades torna-se mais perigoso a cada ano que passa. São milhares de acidentes e mortes que muitas vezes poderiam ser evitados com simples atitudes dos elementos que compõem o cenário, e tudo é comandado por nós.

 

Se você já mudou de faixa sem ligar a seta, dirigiu teclando no celular, atravessou a rua fora da faixa ou ultrapassou pela direita, saiba que você já foi um potencial causador de um acidente, e se ele não ocorreu, provavelmente foi por sorte ou por cuidado de outras pessoas que estavam próximas a você.

 

A falta de atenção é um dos maiores causadores de acidentes, pois com a atenção focada em outras coisas, a reação é sempre mais lenta, seja a pé, de moto, carro ou qualquer outro veículo. Entender a prática de dirigir como algo que requer atenção e envolve perigo, é um passo inicial importantíssimo para tornar o trânsito melhor.

 

Planeje suas ações no trânsito, analise o que costuma fazer que não é desejável, e aproveite o Maio Amarelo para ter consciência que tem sua função em melhorar a rotina do trânsito através de atitudes positivas, protegendo a si mesmo e a quem está ao redor.

 

Evitar as infrações no trânsito, não é só uma questão de não tomar multas que custam dinheiro e pontuação na carteira, mas sim uma maneira de minimizar os riscos. As leis estão lá por algum motivo, pode ter certeza, e um dos grandes motivos para a criação delas, é proteger a sua vida.

 

O Maio Amarelo deste ano traz consigo o tema Nós Somos o Trânsito, que em uma pequena frase resume o papel de cada um de nós, de mesmo que começando por pequenas ações, transformemos a maneira de agir e possamos criar juntos um ambiente mais amigável, com menos acidentes e mortes.

Maio Amarelo – Nós somos o trânsito

Em sua quinta edição, o Maio Amarelo tem como tema Nós Somos o Trânsito, e é um movimento criado para conscientizar as pessoas com diálogos e ações, com o intuito de transformar as maneiras de lidar com o trânsito, tornando-o mais seguro.

 

O mês e a cor escolhidos não é por acaso, a saber: maio por ter sido o mês no qual a ONU declarou a década de ação para a segurança no trânsito, e amarelo pois é a cor que representa atenção nas sinalizações de trânsito.

 

O Maio Amarelo tem a importante missão de unir o governo, sociedade e empresas com ações repletas de diálogo e informações, criando discussões e mostrando a necessidade da mudança rápida e urgente na redução de acidentes com vítimas no trânsito. Seja com ou sem um veículo, todos tem suas responsabilidades com o trânsito.

 

O Brasil hoje é o quinto entre os países recordistas em mortes no trânsito, atrás apenas da Índia, China, EUA e Rússia. Considerando os outros próximos 5 países, que compõem a lista dos 10 recordistas, temos os 62% das mortes no trânsito. É uma quantidade representativa em relação à quantidade de países, já que diariamente, três mil vidas são perdidas no trânsito. Esta é a nona maior causa de mortes no planeta.

 

Segundo estimativa da OMS, caso nada mude nos próximos anos em relação às mortes, deverão morrer 1,9 milhão de pessoas em 2020, chegando a 2,4 milhões em 2030, além de milhões de sobreviventes com ferimentos e traumatismos, provenientes de acidentes de trânsito. A Década de Ação para a Segurança no Trânsito tem como foco poupar cinco milhões de vidas até o início da próxima década.

 

A ação do Maio Amarelo é uma maneira de mostrar que pequenas atitudes individuais podem tornar o trânsito mais seguro, já que a maioria dos acidentes são resultado de falhas humanas, como falta de atenção ou imprudência. Durante o mês de Maio, no Blog da Itaro você acompanha uma série de posts especiais sobre o tema, acompanhe!

Técnica: Aumento do aro das rodas

Aumentar o tamanho das rodas do carro é uma alteração estética feita por muitos e desejada por ainda mais apaixonados por carros. Será que a alteração é só estética? Aqui vamos contar pra você tudo o que muda no carro, o que você pode ou não fazer e como deve fazer. Confira!

 

Os carros esportivos saem da fábrica com rodas muito bonitas e geralmente grandes, e isso desde a década de 80 influenciou aos amantes da personalização, substituir os aros originais dos carros por outros maiores e de materiais mais leves, como a liga de alumínio.

Trocar as rodas vai muito além da questão estética, pois envolve a parte do veículo que está em contato com a pista, em conjunto com os pneus, e isso está ligado ao desempenho, conforto, segurança e comportamento dinâmico do veículo.

Ao alterar uma roda, muitas pessoas pensam apenas no tamanho do aro e desconhecem outras medidas como tala e off-set, sendo que o primeiro é a largura da roda e  segundo, é a distância do centro de apoio dela até a borda. Respeitar essas medidas originais, é um ponto muito importante para que evite rodas raspando na parte interna dos paralamas do carro, por exemplo. O comportamento dinâmico nas curvas também não sofre alteração negativa, já que o espaço de atuação do conjunto ficará similar ao original.

Outro aspecto que deve ser considerado é o tamanho do aro que irá usar. Ao aumentar o tamanho da roda, o perfil do pneu deverá ser reduzido a fim de manter o diâmetro externo igual ou bastante próximo do original, pois assim irá manter a leitura do painel correta, além de não alterar a relação de marchas do carro, o que prejudica o desempenho no caso do aumento do diâmetro. O consumo de combustível também aumenta quando o conjunto é maior do que o original.

 

Qual pneu usar? Quando aumentamos o tamanho da roda, obrigatoriamente deveremos substituir os pneus para um de tamanho adequado ao novo conjunto de rodas. Além de manter o diâmetro externo do conjunto original, é importante verificar na hora da instalação, qual a nova calibragem que deverá utilizar, pois haverá mudança em relação ao padrão de fábrica. Não se esqueça que quanto mais baixo for o perfil do pneu, poderá obter melhor desempenho nas mudanças de direção e curvas, porém deixa a roda mais suscetível a impactos e danos, além de correr mais risco de danificar o pneu em buracos e fazer bolhas, por exemplo.

 

Legislação: Para não ter problemas com a polícia, é importante lembrar que a alteração dos aros é permitida desde que o novo conjunto seja com uma roda de até 2 polegadas a mais do que o original, e de forma alguma ultrapasse o limite dos paralamas. Portanto, fique atento a isso. Nada de colocar rodas enormes no carro, pois poderá ter problemas.

 

Garantia: Atualmente, com a popularização da venda de rodas esportivas e novos fabricantes do produto, é necessário muito cuidado na hora de escolher rodas. Busque sempre produtos certificados pelo Inmetro, pois só assim terá a garantia de um produto seguro e com resistência a impactos. Rodas com peso muito superior ao das originais também não são recomendadas, pois forçam o conjunto de transmissão do veículo além do ideal.

Se optar por comprar rodas usadas, procure ter garantia da origem delas e verifique se não possuem soldas ou reparos que comprometam a segurança. E não se esqueça de colocar parafusos anti-furto, assim poderá estacionar na rua e ficar tranquilo, caso precise.

Como escolher o melhor pneu para seu carro de passeio

Encontrar o pneu ideal para o seu carro de passeio nem sempre é uma tarefa fácil, e por mais que se deseje economizar, nem sempre o pneu mais barato é a opção correta. Confira aqui o que é fundamental na hora de selecionar um pneu para o seu carro de passeio.

 

Quando direcionamos a nossa escolha aos carros de passeio, deixamos de fora as caminhonetes, jipes, utilitários, etc., pois já conseguimos dar uma boa “filtrada” nos pneus que teremos para escolher, mas mesmo assim, ainda são diversas opções.

 

Seguir a medida recomendada pelo fabricante, é apenas o início da escolha de um bom pneu, pois as características de cada modelo podem atender ou não às suas necessidades. Você pode optar por além de seguir a medida recomendada pelo fabricante, manter também a marca e o modelo, mas é importante saber que você tem a liberdade de mudá-los, muitas vezes buscando mais economia, desempenho, durabilidade ou algum atributo que seja importante para a condução da forma que mais lhe agrada.

 

Então, uma das dicas para escolher o seu pneu, é observar o índice treadwear dele, que é o índice que indica a durabilidade. Quanto maior este número, mais o pneu irá durar em quilometragem. Logo, o pneu com o número mais elevado é o melhor, certo? Errado! Um pneu mais duro, que se desgasta menos, tende a aderir menos à pista e consequentemente tem menor aderência em frenagens e curvas, o que dependendo do seu tipo de condução, pode resultar em falta de segurança. Então, coloque tudo na balança, pois você não quer trocar sua segurança por alguns quilômetros a mais, não é mesmo?

 

Outro ponto importante a se observar é se o índice de carga e velocidade corresponde ao carro e sua função de uso. Alterar esse índice para um superior, não tem problema algum, porém não é aconselhável alterar para menos.

 

Também deve-se observar que existem pneus de medidas iguais, porém com utilidades completamente diferentes, como pneus de carga de veículos pequenos, que tem a mesma medida de pneus de carros médios ou compactos. Utilizar um pneu de carga pode trazer alto ruído, falta de aderência, entre outros. Portanto, fique ligado nas especificações e índices do pneu. A inscrição C ao lado do aro, ou índice de carga superior a 98 costumam ser pneus voltados a uso comercial.

 

Na hora de procurar o pneu ideal para o seu carro, a Itaro disponibiliza as melhores ofertas, com diversas marcas e opções para proporcionar conforto, segurança e economia com seus novos pneus.

Temporada Fórmula 1 de 2018 começa neste final de semana

O GP de Melbourne, na Austrália dá abertura às corridas da temporada de 2018 na Fórmula 1, que pela primeira vez não tem um competidor brasileiro, desde 1970. Nos treinos da última madrugada, o tetracampeão Hamilton ficou na ponta, mas usou pneus supermacios, diferente de seus adversários, que alternaram o tipo de pneu durante o treino.

Neste primeiro treino foi possível ver o resultado das alterações nos carros tanto em relação à mecânica, quanto aparatos aerodinâmicos e de proteção ao piloto, como o “halo”, que protege a cabeça do piloto em caso de acidente, e que foram motivo de diversos comentários e discussões nos últimos meses.

O treino livre mostrou Hamilton na ponta, seguido por Verstappen em segundo e Bottas em terceiro. As duas Ferrari vem logo atrás. A corrida ocorre na madrugada de sábado pra domingo, às 2:10 da manhã (horário de Brasília).

A maior briga do ano, deve ficar por conta dos dois tetracampeões, Hamilton e Vettel. O britânico da Mercedes e o Alemão da Ferrari começaram junto na Fórmula 1 em 2007, e ano passado disputaram acirradamente pelo campeonato. Neste ano não deve ser diferente, garantindo muita emoção ao longo das corridas do ano.

Hamilton, que sempre teve um ótimo relacionamento com o povo brasileiro, deverá ser o “queridinho” dessa temporada por aqui, já que não temos um representante verde e amarelo nas pistas. A falta de apoio e o alto investimento necessário para alcançar a categoria acaba por afastar jovens talentosos do ponto mais alto do automobilismo mundial.

Você sabe qual a calibragem ideal para os pneus?

Cuidar do estado dos pneus do carro requer cuidados como o alinhamento e balanceamento corretos, mas  a calibragem, que é um item simples, não pode ser esquecido.

Manter a calibragem correta dos pneus do seu carro é muito importante para que os pneus sofram o desgaste correto, com aproveitamento da vida útil, pois além de influenciar em aspectos como desempenho, consumo e conforto, a calibragem correta ainda faz você gastar menos pneu.

Como encontrar a pressão de ar correta para o pneu?

Em geral, a informação de calibragem fica no manual do carro, em uma seção específica, mas também pode obter esta informação em uma etiqueta fixada na porta do motorista (parte interna) ou na tampa do tanque de combustível. Você pode variar a calibragem um pouco, para menos ou para mais, caso queira um carro um pouco mais confortável, ou mais firme, respectivamente.

Há três principais sistemas para especificar a calibragem: PSI, BAR e kPA. Veja em ordem de popularidade, e é muito importante verificar com qual unidade está trabalhando na hora de pegar a referência e de utilizar a máquina para calibrar o pneu:

PSI – Pound Per Square Inch (Inglês)

BAR – (Inglês)

kPa – Pascal (SI – Sistema Internacional)

Se você substituir o pneu do seu carro e mantiver a medida anterior, independente do modelo e marca, é importante lembrar que a calibragem permanece a mesma da original. Se a medida for alterada, o recomendado é mudar a calibragem também, principalmente se o aro for maior, pois irá necessitar de mais ar no interior do pneu, lembrando de nunca ultrapassar a capacidade máxima do pneu.

A calibragem deve ser verificada a cada duas semanas, sempre com o pneu do carro frio, já que há alteração de acordo com a pressão e temperatura. Caso vá transportar cargas no veículo, a calibragem deve ser alterada.

O manual das situações de emergência com pneus

Em pista molhada, o maior perigo é a aquaplanagem (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Você está dirigindo a 120 km/h e o pneu estoura repente. Sabe o que fazer? Pois não precisa ser um piloto profissional para escapar de uma situação de perigo como essa. Para isso, elaboramos um pequeno guia que vai ensiná-lo a sair de imprevistos como esse.

Estouro em alta velocidade

Especialistas alertam que pneus originais e com manutenção em dia não estouram assim, do nada, seja por problema de qualidade, seja por erro de projeto. Um estouro só ocorre quando a estrutura do pneu foi afetada por um agente externo à fabricação, como talões danificados durante a montagem na roda ou lonas de corpo comprometidas por rodagem com baixa pressão ou rompidas por impactos contra buracos.

Caso o estouro ocorra, deve-se reduzir a velocidade gradualmente, sem pisar no freio para que o veículo não rode, mantendo o automóvel em linha reta, mesmo que ele puxe para um dos lados. Assim que o veículo estiver sob controle e com velocidade já reduzida, conduza-o até o acostamento. Para prevenir maiores danos ao pneu e à roda, substitua-o o quanto antes, evitando percorrer grandes distâncias com ele vazio.

Atolamento

Em veículos 4×2 sem pneus off-road, é praticamente impossível remover o veículo atolado sem ajuda externa. É necessário rebocar o veículo de forma adequada até que ele fique fora da região do atolamento. Não insista em tentar retirar o veículo sem ajuda, pois o pneu pode cavar o solo e atolar ainda mais, além de danificar componentes como a embreagem do veí­culo.

Caso não haja possibilidade de ajuda externa, pode-se tentar calçar o pneu atolado com pedras ou com os tapetes do veículo e tentar sair de forma suave, sem acelerar demais. É recomendável usar a segunda marcha e acelerar suavemente.

Aquaplanagem

Esse fenômeno se dá em pista molhada, quando o carro está em alta velocidade e forma-se uma película de água entre o pneu e o asfalto. Nessa condição, é possível virar a direção para os lados e ainda assim o carro seguir em frente, sem controle. Mantenha a calma e não freie com força ou gire o volante, pois o veículo pode ganhar aderência de repente, perder o controle e rodar.

Mantenha as rodas retas, tire o pé do acelerador de forma gradual e deixe o veículo em linha reta até que ele saia da região com maior volume de água, deixando o veículo perder velocidade aos poucos com a resistência da água. Mova o volante delicadamente para saber quando o os pneus recuperaram o contato com o asfalto e reduza a velocidade.

É possível sentir quando a pista está propícia à aquaplanagem: nota-se uma grande resistência da água contra os pneus. Isso ocorre quando passamos sobre uma poça de água, por exemplo. No caso, é preciso reduzir a velocidade para que os pneus possam drenar melhor a água da pista.

Buraco fundo

Assim que possível, pare o veículo e verifique se o pneu que caiu no buraco apresenta bolhas nas suas laterais (interna e externa) ou na banda de rodagem. Verifique também se houve outros danos, como desprendimento de material, cortes ou rachaduras ou se o pneu está perdendo pressão.

É importante verificar se a roda foi amassada ou trincada, o que também pode causar perda de pressão posteriormente. Não prossiga caso encontre esses danos no pneu ou na roda: coloque o estepe no lugar. Caso tudo pareça em ordem, leve o veículo o quanto antes para que um profissional faça um exame dos componentes e verifique como estão o alinhamento e o balanceamento.

Derrapagem na curva

Nos carros com tração dianteira, existe a tendência de subesterçamento (quando o veículo sai de frente). Se isso acontecer, não pise no freio. Tire logo o pé do acelerador e gire o volante para dentro da curva até retomar a trajetória normal.

Carros equipados com tração traseira têm propensão a sobre-esterçamento. Nesse caso, tire o pé do acelerador lentamente e gire o volante para o lado contrário da curva até que o carro retome a trajetória. Veículos com controle de estabilidade fazem uma parte desse serviço para o motorista, ao frear algumas rodas com diferentes intensidades para estabilizá-los.

Frenagem de emergência

Para carro com ABS, é só pisar fundo e forte, sem aliviar a pressão no freio, até parar ou atingir a velocidade desejada. Lembre-se de não girar o volante para que os pneus tenham total contato com o solo, a fim de aumentar o poder de frenagem. Se não tiver o ABS, procure dosar a pressão no pedal, pisando e aliviando um pouco sempre que sentir que as rodas estão prestes a travar, o que pode fazer o carro rodar. Deve-se colocar e tirar o pé do pedal do freio gradativamente, para evitar o travamento.

Carros que sairão de linha em 2017

O mercado automobilístico está sempre passando por várias modificações e todo ano alguns carros podem sair de linha. É sempre bom ter conhecimento sobre quais são eles pois na hora de vender o carro faz toda a diferença se ele ainda é produzido ou não.

As montadoras não revelam seus planos, mas alguns modelos estão com os dias contados para deixar a linha de produção e dar lugar a novos projetos, que devem estrear em breve. O ciclo de vida dos carros pode durar pouco ou décadas, muitos marcam a história, são sucesso de vendas e referência em seus segmentos. Mas quando se tornam ultrapassados, acabam sendo substituídos por projetos mais modernos.

Um bom exemplo disso é o que está prestes a ocorrer com alguns modelos produzidos no Brasil, sucesso de vendas nos anos 1990, como o Palio Fire e sua família, o VW Gol e o Renault Clio.

A Fiat nega categoricamente. Segundo eles, enquanto houver mercado para o Palio e seus derivados, os modelos continuam na linha de produção. Com o lançamento do compacto Mobi, era de se esperar alguma mudança no mix de produtos da marca italiana. O site Autos Segredos publicou recentemente que a Fiat vai interromper a produção do Palio Fire, Siena EL, Weekend, Idea e Doblò furgão. Permanecem em linha o novo Palio, o Uno e o Grand Siena, que devem receber retoques no visual e novos motores em breve.

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O Renault Clio, com sua segunda geração vendida no Brasil desde 2002. Desde então, passou por algumas reformas no desenho, sendo que a mais recente foi adotada em 2012, quando o carro teve como principal mudança a frente renovada. Apesar de figurar entre os carros mais econômicos do País, o Clio perdeu o apelo de vendas há tempos. O modelo deixará de ser produzido para dar lugar ao Kwid, modelo com plataforma mundial desenvolvida pela Renault Technology America (RTA) e pelo Renault Design America Latina (RDAL). O Kwid será produzido no Paraná e inicialmente será equipado com motor 1.0 de três cilindros. Posteriormente, o compacto deverá ganhar versão equipada com outro motor de três cilindros, de 0.8 litro. O problema é que o Kwid feito na Índia levou nota zero no teste de impacto da Global NCAP, levantando questionamentos sobre a segurança do projeto. Mas a Renault afirmou que o Kwid produzido no Brasil respeitará as normas de segurança aqui estabelecidas e que terá quatro airbags.

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O Volkswagen Gol está com um mudança radical prevista para tentar levá-lo de volta à liderança de mercado. A nova geração será totalmente diferente da atual e deverá chegar às concessionárias da marca no fim de 2017 ou início de 2018.

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Depois de decretar o fim da produção do compacto Celta no ano passado, a General Motors prepara agora o lançamento do Onix reestilizado.

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Como pudemos ver, apesar do mercado em crise, os fabricantes ainda apostam em lançamentos e passam a substituir modelos mais antigos no mercado.

Agora que você já está inteirado sobre o que vai acontecer no mercado automotivo de 2017, dê uma passadinha no site da Itaro e conheça nossas promoções CLICANDO AQUI!