Os cuidados ao substituir pneus e rodas

Saiba em que casos é possível mudar a roda ou usar um pneu de outra medida sem comprometer a segurança

Troca de pneus e rodas

Colocar um pneu mais largo para dar mais estabilidade, trocar o aro por um esportivo, aproveitar as rodas de outro carro… Há várias razões que levam alguém a substituir o conjunto original de fábrica. Mas, antes, é preciso tomar cuidados básicos para não colocar sua segurança em risco ou danificar o veículo.

Primeiro é importante entender as medidas envolvidas. No pneu 185/60 R14, o 185 é a largura da banda de rodagem em milímetros, 60 indica a altura do perfil (60% da largura), R diz que é radial, 14 é o diâmetro da roda que ele pode receber, em polegadas. Já no aro 5Jx15, o 5 revela a largura do aro em polegadas, o J é o tipo de perfil do aro (a área do seu encaixe com o pneu) e 15, o diâmetro.

O maior cuidado é tentar manter sempre o diâmetro externo do conjunto (tolerância de 3% para mais ou para menos). “Caso não faça isso, você corre o risco de ter a leitura do velocímetro errada, poderá aumentar demais a altura do automóvel em relação ao chão, causando um desequilíbrio e, no caso de ter pneus maiores, haverá aumento de consumo”, diz Vinícius Sá, gerente de marketing de pneus de passeio da Goodyear.

Assim, ao optar por um pneu mais largo para melhorar a estabilidade, há ainda outras duas restrições. A primeira: o pneu não pode ultrapassar o para-lama, sob risco de raspar na carroceria ou na suspensão.

Segunda restrição: achar o aro correto. Cada medida de pneu pode ser montada numa certa faixa de largura de rodas. Exemplo: um pneu de largura 175 mm (como o 175/70 R13) pode ser montado em aros de 4.5” a 6.0”. Se você optar por um pneu largo ou estreito demais, ele ficará suscetível a desgastes irregulares e problemas de aderência e estabilidade. Outra preocupação é o tipo de perfil do aro, que deve ser sempre mantido.

Em geral as montadoras equipam seus carros com rodas de larguras intermediárias. Assim, a medida original 175 mm pode ser aumentada para 185 mm sem grandes problemas. Dependendo do caso, dá até para colocar modelos 20 mm mais largos que os de fábrica. Mas tudo isso tem de ser validado antes por um especialista.

Há ainda outros cuidados ao substituir o pneu. Um deles, no caso das versões com câmara, é trocar a câmara e o protetor. Também é recomendado substituir a válvula sempre que montar um pneu novo. E se for repor apenas dois pneus (no caso de veículos de passeio), eles devem ser instalados no eixo traseiro, independente da tração.

 

10 DICAS DE LIMPEZA FUNDAMENTAIS PARA PRESERVAR O SEU CARRO

 

A preservação de um automóvel exige muito cuidado e dedicação por parte de um condutor. Conheça as 10 dicas de limpeza fundamentais que o ajudam a preservar o seu carro e saiba como elas são importantes para que o seu veículo se apresente sempre nas melhores condições.

  1. Limpe o interior do automóvel. Ao limpar o interior do seu veículo está a impedir o aparecimento de sujidades, cheiros e impurezas que podem ser corrosivas para o veículo.
  2. Limpe cuidadosamente o painel de instrumentos do carro. Utilize um pano húmido para limpar o pó que se acumula no painel de instrumentos do seu automóvel e faça-o com muito cuidado para não arranhar a superfície.
  3. Utilize tapetes de borracha durante o inverno. De forma a proteger melhor o interior do seu automóvel durante o inverno , deve utilizar tapetes de borracha, pois são mais fáceis de limpar.
  4. Lave os tapetes de borracha com o auxílio de uma mangueira. No momento de lavar os tapetes do seu automóvel, lave-os com o auxílio de uma mangueira, pois a pressão da água é maior e isso vai fazer com que todas as impurezas sejam removidas.
  5. Aplique uma espuma de proteção nos tapetes do automóvel. Depois de lavar os tapetes do carro e aspirar o seu interior, o condutor deve aplicar uma espuma de proteção nos tapetes do carro para que estes não acumulem tanta sujidade.
  6. Preserve as vedações das portas e das janelas. Limpe regularmente as borrachas que vedam as portas e as janelas do seu veículo e não utilize produtos em óleo, pois estes danificam as borrachas de vedação.
  7. Mantenha a pele dos assentos bem seca. Na limpeza do interior do automóvel, deve ter em atenção os seus estofos, especialmente se forem em pele. A confirmar-se, deve manter sempre a pele dos estofos seca, pois assim está a impedir que ela se desgaste e rasgue. Ao limpar os assentos em pele, deve utilizar um protetor específico e um pano seco de forma a manter a pele dos estofos macia.
  8. Limpe cuidadosamente as nódoas dos assentos do carro. Para limpar as nódoas que possam existir nos assentos do carro, o condutor pode utilizar os produtos de limpeza anti-nódoas que habitualmente usa na limpeza dos tecidos de sua casa. Assim conseguirá manter os estofos limpos e sem marcas.
  9. Coloque uma toalha por baixo dos assentos das crianças. Quando se viaja com uma criança num automóvel, é normal que este acumule todo o tipo de migalhas e sujidade. Para que isso não aconteça, deve colocar uma toalha por baixo dos assentos das crianças, assim está a evitar a acumulação de impurezas e lixo no interior do seu veículo e está a zelar pelo bem-estar dos estofos do seu carro.
  10. Lave o automóvel no inverno. O facto de se encontrar no inverno não impede que lave a sua viatura. É mais importante lavar o carro durante o inverno do que nas outras estações do ano, uma vez que a areia, o gelo, a lama e a chuva que se sentem nesta época corroem e desgastam mais um automóvel e conduzem ao aparecimento da ferrugem.

via Almogadelas

10 Dicas para uma viagem de carro perfeita :D

Resolveu deixar de lado as chateações de aeroportos e rodoviárias para fazer uma viagem de carro? Para que a decisão revele-se acertada é importante seguir alguns passos. Pegar a estrada é sinônimo de liberdade e autonomia, mas pode ser bastante cansativo. Principalmente quando algo dá errado. Certifique-se de que nada dará errado durante a jornada sobre quatro rodas. De preferência, antes de começá-la.

Resolveu deixar de lado as chateações de aeroportos e rodoviárias para fazer uma viagem de carro? Para que a decisão revele-se acertada é importante seguir alguns passos. Pegar a estrada é sinônimo de liberdade e autonomia, mas pode ser bastante cansativo. Principalmente quando algo dá errado.

Confira abaixo 10 dicas para que a viagem de carro seja perfeita:

1. Calcule os gastos com gasolina e pedágio
Diferente de viagens de ônibus ou de avião, nas quais você já compra as passagens com antecedência e sabe exatamente quanto gastará, o custo de uma viagem de carro pode estar mascarado. O site “Mapeia.com” pode ser bastante útil para conferir a viabilidade da empreitada. Nele há uma ferramenta que calcula o custo dos pedágios que estarão pelo caminho e quanto deverá ser investido em gasolina.

2. Revise o veículo com antecedência
Faróis e freios têm que estar funcionando corretamente. Leve o carro ao mecânico com ao menos 15 dias de antecedência para ter certeza de que qualquer reparo necessário será realizado a tempo. Cheque os níveis de óleo e água. Antes de entrar na estrada, encha todos os pneus, inclusive o estepe – mas este não servirá para nada se você não souber trocar um pneu. Não sabe? Talvez seja melhor aprender antes de viajar.

3. Evite deixar a cidade na hora do rush
Ninguém quer começar uma viagem longa se estressando por conta do trânsito caótico da metrópole. Além disso, sair no horário errado pode alongar bastante o tempo dentro do carro. Saia de manhã, antes das 7h, à tarde, entre 13h e 16h ou à noite, depois das 20h.

4. Não confie cegamente no seu GPS
Ele é seu fiel companheiro, sem ele você se perderia todos os dias da sua vida? O amor pelo GPS pode ser absolutamente genuíno e compreensível. Mas a verdade é que, longe de casa, ele pode vir a falhar, ditando caminhos perigosos ou sem asfalto. Principalmente se ele estiver desatualizado. O bom e velho mapa, por outro lado, tem todos os caminhos possíveis. Resgate-o do fundo da gaveta.

5. Viaje com alguém que você goste bastante
A dica, que vale para qualquer viagem, pode ser primordial no caso de um longo trajeto percorrido de automóvel. Não há para onde correr dentro do carro. Aquelas pessoas que ali estão são as únicas com quem você irá conviver pelas próximas horas – e em um espaço confinado. Certifique-se de que você as conhece bem.

 

6. Não esqueça o protetor solar
Você não quer ficar com a marca da camiseta no braço, certo? Para não esquecer, é só pensar na voz do jornalista Pedro Bial naquela música que circulou nas rádios há alguns anos. “Use filtro solar”.

7. Cheque sempre o nível de gasolina
Não espere o marcador de gasolina ficar no vermelho e piscante para lembrar-se da existência dele. Você nunca sabe a que distância estará o próximo posto. Se o tanque estiver com menos de dois terços da capacidade total significa que é hora de abastecer.

8. Prepare as músicas com antecedência
Trocar CDs ou escolher uma música no MP3 Player enquanto dirige a 100 Km/h não parece a melhor das ideias. Você confia no gosto musical daqueles que te acompanharão na viagem? Na dúvida, escolha com antecedência o que vai querer ouvir durante o trajeto, mas certifique-se de escolher algo que todos os passageiros apreciarão.

9. Leve comidas e bebidas
Levar a própria comida de casa é melhor do que confiar em postos de gasolina suspeitos pelo caminho. Além disso, é uma forma de economizar. Opte por frutas e sanduíches leves, que não pesem no estômago. Leve também bastante água, para manter todos hidratados.

10. Seja flexível em relação ao caminho
Talvez tenha algo interessante no trajeto: uma cachoeira, uma antiga estação de trem ou o melhor rocambole do País. Não tenha medo de desviar um pouco o caminho para aproveitar surpresas não planejadas.

 

O manual das situações de emergência com pneus

Em pista molhada, o maior perigo é a aquaplanagem (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Você está dirigindo a 120 km/h e o pneu estoura repente. Sabe o que fazer? Pois não precisa ser um piloto profissional para escapar de uma situação de perigo como essa. Para isso, elaboramos um pequeno guia que vai ensiná-lo a sair de imprevistos como esse.

Estouro em alta velocidade

Especialistas alertam que pneus originais e com manutenção em dia não estouram assim, do nada, seja por problema de qualidade, seja por erro de projeto. Um estouro só ocorre quando a estrutura do pneu foi afetada por um agente externo à fabricação, como talões danificados durante a montagem na roda ou lonas de corpo comprometidas por rodagem com baixa pressão ou rompidas por impactos contra buracos.

Caso o estouro ocorra, deve-se reduzir a velocidade gradualmente, sem pisar no freio para que o veículo não rode, mantendo o automóvel em linha reta, mesmo que ele puxe para um dos lados. Assim que o veículo estiver sob controle e com velocidade já reduzida, conduza-o até o acostamento. Para prevenir maiores danos ao pneu e à roda, substitua-o o quanto antes, evitando percorrer grandes distâncias com ele vazio.

Atolamento

Em veículos 4×2 sem pneus off-road, é praticamente impossível remover o veículo atolado sem ajuda externa. É necessário rebocar o veículo de forma adequada até que ele fique fora da região do atolamento. Não insista em tentar retirar o veículo sem ajuda, pois o pneu pode cavar o solo e atolar ainda mais, além de danificar componentes como a embreagem do veí­culo.

Caso não haja possibilidade de ajuda externa, pode-se tentar calçar o pneu atolado com pedras ou com os tapetes do veículo e tentar sair de forma suave, sem acelerar demais. É recomendável usar a segunda marcha e acelerar suavemente.

Aquaplanagem

Esse fenômeno se dá em pista molhada, quando o carro está em alta velocidade e forma-se uma película de água entre o pneu e o asfalto. Nessa condição, é possível virar a direção para os lados e ainda assim o carro seguir em frente, sem controle. Mantenha a calma e não freie com força ou gire o volante, pois o veículo pode ganhar aderência de repente, perder o controle e rodar.

Mantenha as rodas retas, tire o pé do acelerador de forma gradual e deixe o veículo em linha reta até que ele saia da região com maior volume de água, deixando o veículo perder velocidade aos poucos com a resistência da água. Mova o volante delicadamente para saber quando o os pneus recuperaram o contato com o asfalto e reduza a velocidade.

É possível sentir quando a pista está propícia à aquaplanagem: nota-se uma grande resistência da água contra os pneus. Isso ocorre quando passamos sobre uma poça de água, por exemplo. No caso, é preciso reduzir a velocidade para que os pneus possam drenar melhor a água da pista.

Buraco fundo

Assim que possível, pare o veículo e verifique se o pneu que caiu no buraco apresenta bolhas nas suas laterais (interna e externa) ou na banda de rodagem. Verifique também se houve outros danos, como desprendimento de material, cortes ou rachaduras ou se o pneu está perdendo pressão.

É importante verificar se a roda foi amassada ou trincada, o que também pode causar perda de pressão posteriormente. Não prossiga caso encontre esses danos no pneu ou na roda: coloque o estepe no lugar. Caso tudo pareça em ordem, leve o veículo o quanto antes para que um profissional faça um exame dos componentes e verifique como estão o alinhamento e o balanceamento.

Derrapagem na curva

Nos carros com tração dianteira, existe a tendência de subesterçamento (quando o veículo sai de frente). Se isso acontecer, não pise no freio. Tire logo o pé do acelerador e gire o volante para dentro da curva até retomar a trajetória normal.

Carros equipados com tração traseira têm propensão a sobre-esterçamento. Nesse caso, tire o pé do acelerador lentamente e gire o volante para o lado contrário da curva até que o carro retome a trajetória. Veículos com controle de estabilidade fazem uma parte desse serviço para o motorista, ao frear algumas rodas com diferentes intensidades para estabilizá-los.

Frenagem de emergência

Para carro com ABS, é só pisar fundo e forte, sem aliviar a pressão no freio, até parar ou atingir a velocidade desejada. Lembre-se de não girar o volante para que os pneus tenham total contato com o solo, a fim de aumentar o poder de frenagem. Se não tiver o ABS, procure dosar a pressão no pedal, pisando e aliviando um pouco sempre que sentir que as rodas estão prestes a travar, o que pode fazer o carro rodar. Deve-se colocar e tirar o pé do pedal do freio gradativamente, para evitar o travamento.

Como fazer seus pneus durarem mais?

 


Como fazer seus pneus durarem mais?

Eles fazem todo o serviço pesado. Sustentam o carro, caem em buracos, encaram asfalto quente, passam sobre pedras… Os pneus foram feitos para suportar tudo isso e muito mais. Às vezes, eles chegam aos 60 000 km em condições saudáveis, em outras podem estar em frangalhos antes dos 40 000 km. Quer saber o segredo para eles durarem mais? É só ler abaixo para descobrir como algumas medidas simples podem garantir maior segurança e economia.

Trabalhando pressionado

Não é todo mundo que aguenta trabalhar sob pressão. Mas com pneu é diferente. Ele necessita da pressão, desde que seja a correta. Cada veículo tem sua calibragem especificada pelo fabricante. As fábricas estimam que 10% abaixo da indicada significará redução de 5% na vida útil. Se estiver 20% abaixo do ideal, a expectativa de vida cai 16%. Rodando 30% mais murcho, ele pode durar 33% a menos. E, como pressão correta é fundamental para a estabilidade, não deixe de verificá-la semanalmente, ou a cada vez que for abastecer o automóvel. Essa checagem deve ser feita com os pneus frios, porque o aquecimento gerado pelo movimento eleva a pressão interna e altera a medição.

Todo carro traz a informação sobre a calibragem correta a ser utilizada. Ela aparece em algum lugar da carroceria (às vezes no batente da porta do motorista, às vezes na tampa do tanque de combustível) e no manual do proprietário. Há casos em que o fabricante recomenda pressão diferente nos dianteiros e nos traseiros. Na dúvida, o manual do proprietário é lei. Pressão demais tende a desgastar a parte central da banda de rodagem e até provocar rachaduras no fundo dos sulcos. Já a calibragem muito baixa aumenta o desgaste nas bordas da banda de rodagem (ou ombros). Em ambos os casos, o resultado é redução da vida útil, sem falar em perda de estabilidade e risco de estouros – principalmente em caso de pressão muito baixa e choque contra buracos.

Rodízio

Cada fabricante determina um prazo ideal para o rodízio entre os pneus. Sua função é uniformizar o desgaste entre os dianteiros e os traseiros. Em função do peso do veículo (em geral concentrado na frente) e da tração (também dianteira na maioria dos casos), os pneus frontais costumam sofrer três vezes mais desgaste que a dupla que roda atrás. Por isso, na média recomenda-se a troca de posições a cada 10 000 km. Mas convém consultar o manual em busca da recomendação oficial.

Andando alinhado

Sabe quando você solta o volante e o carro puxa para um lado? É sintoma de direção desalinhada, que abrevia a vida útil do pneu. Quando isso ocorre, ele está sendo mais sobrecarregado que o outro. O sintoma é desgaste acelerado e desigual. Em condições ideais, as rodas dianteiras devem estar exatamente paralelas, nem convergentes nem divergentes. No primeiro caso, traçando-se uma linha imaginária, em algum ponto elas se cruzariam (ponto de convergência). No segundo, cada uma iria para um lado. Ambas são situações indesejáveis. Se uma estiver em linha reta e a outra torta, certamente um dos pneus estará sendo “lixado” por causa do maior atrito com o solo. Cambagem incorreta também acelera o desgaste nos ombros: normalmente, a roda forma um ângulo de 90 graus em relação ao piso, mas cada projeto de automóvel tem uma especificação. Se a falha não for corrigida, os pneus podem ter muita borracha numa determinada área da banda de rodagem e estar carecas em outra. Se for assim, é o fim da linha para ele. A direção está vibrando? Então as rodas devem estar desbalanceadas. Além do desconforto ao volante, isso pode ocasionar desgaste irregular na banda e até danificar peças do sistema de direção. Por isso tudo, faça alinhamento e balanceamento em média a cada 10 000 km.

Vá com calma

A forma de dirigir também influencia na durabilidade do pneu. O segredo é ter um pé calminho, calminho, seja no acelerador, seja no freio, pois acelerações bruscas e frenagens fortes aumentam o desgaste. Se você tiver um carro com controle de tração (que impede as cantadas nas arrancadas) e freios ABS (não deixam as rodas travarem), pode comemorar, pois eles diminuem o consumo dos pneus nesse estilo de direção agressiva – mas não anulam o desgaste. Portanto, suavidade ao volante é a melhor forma de cuidar do pneu. Um cuidado importante é antecipar o momento de frear, utilizando a pressão moderada no pedal e ficando de olho nos semáforos e nos carros que estão bem mais à frente. Assim, você não será surpreendido por uma situação que exige uma frenagem forte. Melhor para a vida útil do pneu e para sua segurança.

Atenção onde para

Se é importante tomar cuidado ao dirigir, estacionar também exige atenção. Evite parar com o pneu esterçado contra a guia, porque esse contato pode até resultar em corte na borracha. Pelo mesmo motivo, procure manter distância da sarjeta, para não raspar a banda lateral. Fique também longe de marcas de óleo. Além do risco de perda de estabilidade ao sair, o óleo ataca a borracha.Prestando atenção em todos esses detalhes, os pneus poderão ser utilizados com segurança até que os indicadores de desgaste (as letras TWI na lateral) fiquem rentes à superfície da banda de rodagem. Isso é o sinal de que os sulcos alcançaram a profundidade mínima (1,6 mm) e que os pneus podem, então, se aposentar por tempo de serviço, não por acidente de percurso.


Texto por Hairton Ponciano Voz via QUATRORODAS. 

Carros que sairão de linha em 2017

O mercado automobilístico está sempre passando por várias modificações e todo ano alguns carros podem sair de linha. É sempre bom ter conhecimento sobre quais são eles pois na hora de vender o carro faz toda a diferença se ele ainda é produzido ou não.

As montadoras não revelam seus planos, mas alguns modelos estão com os dias contados para deixar a linha de produção e dar lugar a novos projetos, que devem estrear em breve. O ciclo de vida dos carros pode durar pouco ou décadas, muitos marcam a história, são sucesso de vendas e referência em seus segmentos. Mas quando se tornam ultrapassados, acabam sendo substituídos por projetos mais modernos.

Um bom exemplo disso é o que está prestes a ocorrer com alguns modelos produzidos no Brasil, sucesso de vendas nos anos 1990, como o Palio Fire e sua família, o VW Gol e o Renault Clio.

A Fiat nega categoricamente. Segundo eles, enquanto houver mercado para o Palio e seus derivados, os modelos continuam na linha de produção. Com o lançamento do compacto Mobi, era de se esperar alguma mudança no mix de produtos da marca italiana. O site Autos Segredos publicou recentemente que a Fiat vai interromper a produção do Palio Fire, Siena EL, Weekend, Idea e Doblò furgão. Permanecem em linha o novo Palio, o Uno e o Grand Siena, que devem receber retoques no visual e novos motores em breve.

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O Renault Clio, com sua segunda geração vendida no Brasil desde 2002. Desde então, passou por algumas reformas no desenho, sendo que a mais recente foi adotada em 2012, quando o carro teve como principal mudança a frente renovada. Apesar de figurar entre os carros mais econômicos do País, o Clio perdeu o apelo de vendas há tempos. O modelo deixará de ser produzido para dar lugar ao Kwid, modelo com plataforma mundial desenvolvida pela Renault Technology America (RTA) e pelo Renault Design America Latina (RDAL). O Kwid será produzido no Paraná e inicialmente será equipado com motor 1.0 de três cilindros. Posteriormente, o compacto deverá ganhar versão equipada com outro motor de três cilindros, de 0.8 litro. O problema é que o Kwid feito na Índia levou nota zero no teste de impacto da Global NCAP, levantando questionamentos sobre a segurança do projeto. Mas a Renault afirmou que o Kwid produzido no Brasil respeitará as normas de segurança aqui estabelecidas e que terá quatro airbags.

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O Volkswagen Gol está com um mudança radical prevista para tentar levá-lo de volta à liderança de mercado. A nova geração será totalmente diferente da atual e deverá chegar às concessionárias da marca no fim de 2017 ou início de 2018.

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Depois de decretar o fim da produção do compacto Celta no ano passado, a General Motors prepara agora o lançamento do Onix reestilizado.

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Como pudemos ver, apesar do mercado em crise, os fabricantes ainda apostam em lançamentos e passam a substituir modelos mais antigos no mercado.

Agora que você já está inteirado sobre o que vai acontecer no mercado automotivo de 2017, dê uma passadinha no site da Itaro e conheça nossas promoções CLICANDO AQUI!

 

Qual a real importância do rodízio veicular?

A cidade de São Paulo tem restrição à circulação de veículos na área do mini-anel viário, de segunda à sexta-feira, das 7h às 10h e das 17h às 20h, de acordo com o último número da placa do veículo.  Esse rodízio municipal de veículos de São Paulo também chamado de Operação Horário de Pico pela CET foi implantado de forma experimental a partir de 1996 com o propósito de melhorar as condições ambientais reduzindo a carga de poluentes na atmosfera e também se consolidou como um instrumento para reduzir congestionamentos nas principais vias da cidade, nos horários de maior movimento.

Rodizio

Como esse processo se mostrou importante para a cidade e também para o meio ambiente, a Prefeitura de São Paulo estendeu o rodízio para a circulação dos caminhões dentro do Centro Expandido a partir do dia 30 de junho de 2008.

Durante o período de festas de fim de ano e férias de verão o rodízio é suspenso por algumas semanas, como também durante dias úteis intercalados com feriados, ocasiões em que ocorre uma redução no volume de tráfego da cidade. Nesses casos, a suspensão é previamente determinada pelas autoridades e devidamente divulgada pelos veículos de comunicação.

Além disso, o rodízio pode ser, a critério das autoridades competentes, excepcionalmente suspenso a qualquer momento por motivos que alterem a rotina normal da cidade, como greves nos transportes ou calamidades públicas, sendo também nesses casos informado ao público assim que possível.

A eficácia real do rodízio veicular ainda é muito discutida levando em conta os seus reais benefícios. Embora muitos aleguem que o rodízio contribua com o meio ambiente, melhorando a qualidade do ar através da redução da poluição emitida, ainda existem muito cientistas que afirmam que essa medida incentiva a compra de mais automóveis a fim de revezar em dias de proibição da circulação, e com isso, o rodízio acaba tendo o efeito inverso do proposto. Embora a CET e a prefeitura discordem das críticas ao rodízio, um levantamento de 2007 mostrou em números um crescimento contínuo tanto da frota de automóveis na cidade, quanto na extensão dos congestionamentos diários no trânsito.

Mas, os que defendem categoricamente essas medidas, por outro lado, alegam que o rodízio estimula o uso da carona solidária, o que leva à uma maior ocupação nos veículos, além de estimular o uso do transporte público. Porém, como todos sabem, investir na melhoria do transporte público e no estímulo do uso de meios de transporte não poluentes, como foi realizado em outras grandes cidades do mundo ajudaria ainda mais a atingir os objetivos proposto na criação o rodízio veicular.

Para os motoristas que não respeitarem o rodízio, a multa é de R$ 130,16 e rende quatro pontos na carteira.

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Porque os pneus são pretos?

Poucas pessoas param para pensar sobre isso, mas na verdade, pneus não precisam necessariamente ser pretos. Em outras épocas já foram fabricados pneus coloridos e acabaram resultando em grandes fracassos de vendas.

Em 1913 uma substância aditiva foi descoberta em experiências: a fuligem ( pó preto resultante da combustão de materiais que contenham carbono), essa fuligem era mais eficiente que o óxido de zinco, melhorando a condução do calor gerado pela fricção das moléculas de borracha para a atmosfera. Por questão de economia, o material era aplicado apenas na superfície de contato com o solo, a banda de rodagem, enquanto as paredes do pneu continuavam brancas. Foi assim que surgiram os pneus pretos.

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Em pouco tempo, em busca de um visual mais elegante, alguns fabricantes de pneus começaram a aplicar uma camada mais fina de borracha preta nas laterais dos pneus, que ficavam totalmente pretos e eram mais caros. Logo, os carros mais caros passaram a usar pneus totalmente pretos, que eram quase como um símbolo de status.

Atualmente, o que dá a cor escura ao pneu são pigmentos chamados negros-de-fumo ou negros-de-carvão. Essas substâncias também deixam a borracha mais dura e resistente. Se não fossem elas, o pneu seria acastanhado (cor da borracha natural) ou amarelado (como a borracha sintética). Além disso, seria mole demais para aguentar atrito, abrasão e altas temperaturas. Se fosse só de borracha, nem daria para moldar o pneu.

Para poder colorir o pneu, seria necessário encontrar substâncias alternativas aos negros-de-fumo, porém, isso torna a fabricação do pneu com cores um tanto cara para venda.

No ramo automotivo, a Michelin já fabricou, em 1998 (época da Copa do Mundo na França), 12.000 unidades do pneu Artilheiro, com banda de rodagem nas cores verde e amarelo. Um ano antes havia lançado o Coraldo – com nove opções de cores para a banda de rodagem. Produtos assim causaram protestos nos EUA, onde moradores não gostavam de ver o asfalto todo colorido pelas arrancadas e freadas.

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Atualmente, os pneus diferentões fazem sucesso principalmente em bicicletas para crianças, que não se preocupam tanto com o item discrição.
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Amaciar o motor é necessário?

Muitos motoristas acham que isso é lenda, mas regras para amaciar o motor variam muito entre as marcas, mas ainda existem. Quem não sabe disso é porque não abriu o manual do proprietário de um zero-quilômetro.

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Os motores de hoje realmente são fabricados com muito mais precisão do que no passado, mas ainda é necessário realizar um período de “acomodação” das peças.

De fato, algumas coisas mudaram, por exemplo, o amaciamento do qual o motor dependia para não quebrar não existe mais, naquela época, sem amaciar, o risco era grande. Porém o assentamento das peças ainda é muito importante. Realizar o amaciamento de forma adequada, assegura o perfeito funcionamento dos sistemas e, o mais importante, aumentar a vida útil do veículo.

Isso é tão verdade que a maioria dos fabricantes tem suas recomendações de uso inicial do veículo nos manuais. Mas em geral essas orientações são parecidas entre as marcas, variando mais na quilometragem. Na média, nos primeiros 400 ou 500 km, deve-se evitar subidas de giro ou acelerações além das rotações máximas indicadas pelo fabricante. Não só porque as peças requerem alguma acomodação, mas porque os sistemas de injeção aprendem o modo de dirigir de cada motorista. Isso contribui para uma melhor eficiência energética, economizando combustível e poluindo menos o ar.

Algumas recomendações de marcas:

A Chevrolet pede para não rebocar, não acelerar totalmente em marcha lenta e não arrancar forte ou frear forte nos 100 km iniciais. Já a Fiat recomenda não frear forte nem exigir o máximo do veículo nos primeiros 1.600 km, nem manter o motor em alta rotação por longos períodos. A Honda pede para não acelerar bruscamente nos primeiros 1.000 km e evitar frenagens bruscas até os 300 km.

A Renault indica não passar de 3.500 rpm nos 1.000 km iniciais. A Volkswagens pede que até os 1.000 km, não acelerar ao máximo ou rebocar, até 1.500 km pode-se elevar rotação e velocidade gradualmente e evitar frenagens fortes até 300 km.

Curiosidade: O manual do proprietário da Rural Willys 1968, por exemplo, pedia para não ultrapassar 70 km/h nos primeiros 500 km. De 500 a 1.300 km, o motorista podia gradativamente, chegar a 80 km/h. A partir dos 1.300 km, a restrição a velocidades maiores deixava de existir, mas estas não podiam ser mantidas por muito tempo até que o carro atingisse 6.000 km.

Portanto, se você estiver prestes a comprar um carro novo, lembre-se de ler as recomendações de uso inicial no seu manual. Elas podem fazer a diferença em consumo, segurança e manutenções futuras.

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O que você precisa saber antes de blindar o seu carro.

Na hora que o medo aperta, blindar o carro parece uma ótima maneira de se proteger e também de manter a família em segurança dentro do carro. Mas o uso do blindado requer uma mudança de hábitos que parecem banais, mas fazem toda a diferença. Por exemplo: Uma blindagem adiciona hoje entre 150 kg (sedã médio) e 250 kg (SUV grande) ao seu carro. É algo como dois ou três adultos, o que cria a sensação de dirigir um veículo que está sempre carregado. Por isso, um blindado demanda muito mais atenção na direção do dia a dia. Suas reações são mais lentas e devem ser mais estudadas. Sendo assim, exigem maior espaço para frear, o que obriga o motorista a dirigir mais distante do carro à frente. Na curva, um veículo alto, como o SUV, tende a apresentar inclinação excessiva, por causa do aumento de peso no alto (nos vidros).

Tais fatos mostram a importância de fazer um curso de direção defensiva ou específico para blindados. Ele ensinará a escapar sob o ataque de tiros (são usadas armas de paintball), para simular a condição de estresse do assalto, além de técnicas de controle do veículo em fugas e até condicionar o dono a não abrir a porta sob a pressão de uma arma, o que ocorre na prática com muitos motoristas dentro de um blindado.

Há ainda cuidados que prolongam sua vida útil de um blindado, como não bater a porta com a janela aberta: o vidro pode rachar se não estiver todo apoiado no batente. Também não se deve deixar a porta aberta mais que o tempo de entrar e sair, pois o peso extra pode entortá-la. E os vidros só podem ser acionados com o motor ligado, para não sobrecarregar o sistema. Também é comum o dono se esquecer de travar as portas ou andar com janela ou teto solar aberto, o que anula todo o sistema defensivo proporcionado pela blindagem.

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Também para preservá-los, evite deixar o veículo ao sol por longos períodos e, caso ocorra, não jogue água, pois o choque térmico pode trincá-los. Ao entrar na cabine, não direcione o ar-condicionado diretamente para os vidros, pois há o risco de delaminação – quando a camada plástica interna se descola do vidro.

Blindar um carro é um procedimento de alta complexidade e por isso bastante caro: os custos podem facilmente equivaler ao valor do carro e não raramente o superam. O carro blindado mais barato atualmente disponível no mercado nacional é o Ford Ka Sport 1.6. Seu preço original é de 33.500 reais, mas sua versão blindada custa 71.200 reais. Uma blindagem com o nível de proteção mais usado pelo mercado, o nível III-A, dificilmente terá um custo inferior a 40.000 reais.

Pela complexidade do processo, valores muito baixos podem ser suspeitos. Para ser blindado, o veículo é completamente desmontado, mantendo-se apenas a lataria, o motor e o painel. São retiradas a capa interna do teto e o forro das portas, os bancos, os vidros e as rodas para que os materiais com resistência balística sejam instalados. E depois ainda é preciso remontar o carro com extremo cuidado para preservar as características do veículo.

 

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A blindagem também implica maiores custos de manutenção do carro. No caso de um acidente ou reparo, o custo do conserto fica pelo menos 20% maior e é necessário que uma empresa especializada, de preferência a própria blindadora, faça a reparação.

Por causa do ganho de peso, o consumo de combustível também é maior entre os carros blindados.

Vale ressaltar que, mesmo com a maior proteção, o carro não será completamente resistente. Segundo a norma internacional, o veículo deve ser capaz de resistir a até cinco tiros numa área de 20 centímetros quadrados, o que significa que se houver uma sexta bala naquela área o veículo pode não resistir.

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Carros menos indicados para blindagem: Conversíveis e carros de teto solar, pela maior complexidade de instalação dos materiais e pelo alto valor; grandes vans, como a Chrysler Town e Country, carro que pelo alto peso exigirá também revisão da parte de suspensão e poderá gerar um custo muito elevado; carros com motores inferiores a 1.6, porque com a blindagem e o acréscimo de peso a potência é retirada de forma muito significativa.

Carros mais recomendados: Carros com maior potência, pois suportam melhor o peso adicional da blindagem, e carros de médio porte, pela maior economia, já que acabam exigindo menos uso de material, como, por exemplo, os sedãs médios.

MAS ATENÇÃO: As blindadoras precisam ser registradas no Exército e obter autorização para blindar e comercializar cada veículo (Certificado de Registro – CR). Verificar o Título de Registro e o CR é o primeiro passo para escolha da empresa.

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Como vender o seu veículo mais rápido.

Se você decidiu vender o carro e precisa tirar ótimas fotos dele para divulgação, esse é o post certo! Aqui vamos ensinar técnicas simples, porém muito valiosas na hora da venda!

Existem milhares de anúncios de carro com imagens na Internet, por isso, uma imagem bem produzida vai destacar o seu veículo dos demais.

Antes de ver pessoalmente o carro, o comprador só tem as imagens que você fornecer para se basear, e isso é fundamental para uma boa negociação.

Antes de mais nada, lave o carro, passe cera e limpe o interior dele para deixá-lo com uma aparência melhor, depois disso siga as seguintes dicas:

1 – Escolha o local correto:

Hora de escolher o cenário para a sessão de fotos. Não pode ser um lugar escuro nem sob sol forte. O equilíbrio pode ser encontrado em uma garagem ou estacionamento abertos, com poucas sombras.

Na hora de fotografar o interior, escolha um ambiente com menos claridade, para os detalhes ficarem mais visíveis na contraluz. Assim como a luz deve ser controlada, o local da foto também não pode chamar mais atenção do que o veículo. Cenários com cores neutras, como branco e bege, são os melhores. Esqueça paredes cheias de desenhos. O importante é valorizar o veículo.

Além da iluminação e do cenário, os melhores ângulos são aqueles em que o carro pode ser visto com mais facilidade. A melhor posição para isso é abaixado, pois valoriza as curvas das laterais, dianteira e traseira.

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2 – Tire o maior número de fotos possíveis:

Anúncios com mais fotos, apesar de custarem mais em alguns sites, são mais eficientes. Aqueles que não exibem fotos geralmente são desprezados pelos internautas, faça um esforço extra para que seu carro seja visto e tire bastante foto.

Nem pense em utilizar fotos de divulgação ou tiradas de catálogos. O comprador sempre pode desconfiar que algo está estranho e ser afugentado para o próximo anúncio.

As fotos devem mostrar o carro de diversas formas, como perfil dianteiro e traseiro, além da frente e da traseira chapados. Fotos do interior que mostram bancos, painel e console são indispensáveis, assim como o motor.

DICA:  Para registrar o painel, apoie a câmera no banco, para não deixar tremer a foto.

3 – Nada de esconder as imperfeições

Com o uso diário, os seminovos estão sujeitos a pequenos riscos e eventualmente amassados. Na hora de vender um modelo com avarias, não tente esconder os danos. Isso mostra honestidade e passa uma sensação de credibilidade. Sem contar que, se você esconder pequenos defeitos e um comprador em potencial quiser ver o carro pessoalmente, irá descobrir de qualquer forma.

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4 – Capriche na descrição do veículo

O anúncio também é composto por um texto descritivo, que é tão importante quanto as fotos. É nessa hora que você deve mencionar todas as qualidades de seu carro, sem esquecer opcionais ou acessórios. Faça a descrição detalhada de cada item, pois isso vai atrair a atenção de mais compradores.

Seguindo essas dicas básicas as suas chances de venda crescerão bastante! Afinal, quando os interessados percebem que as condições de conservação são condizentes com as anunciadas, fica mais fácil de vender!

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Existe velocidade mínima para dirigir?

 

Sabe aquele motorista lerdo que está dirigindo bem na sua frente? Será que ele está apenas sendo cauteloso ou está dirigindo abaixo da velocidade mínima?

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Alguns itens são levados em consideração para se determinar a velocidade ideal para cada via como: o tipo de piso, condições climáticas, quantidade e posição de pedestres, motociclistas, caminhões e elementos do trânsito.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (Artigo 219) a velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.     

Quando um motorista anda em velocidade excessivamente baixa ele acaba causando o retardo ou obstrução no trânsito não permitindo que os outros veículos trafeguem na velocidade adequada.

Apesar dessa violação ser passível de multa, a medição desta infração de trânsito praticamente não ocorre em nosso País, pois somente é possível punir o condutor de um veículo em velocidade excessivamente baixa, se houver a utilização de equipamento medidor de velocidade. Porém, nossos radares são ajustados para registrar os veículos que passam demasiadamente rápidos pelo local de fiscalização e não lentos demais…

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Logicamente existem algumas exceções onde essa infração não é aplicada, como no caso de congestionamentos, condições meteorológicas ruins ou se o veículo lento estiver na faixa da direita.

Tão importante quanto o controle do excesso de velocidade, colocar a velocidade mínima em vias públicas é questão de fundamental importância para se evitar acidentes.

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